EMBOSCADA E MORTE DE JÔNATAS MACABEUS: Parte-03

 GUERRAS MACABEUS TERCEIRA PARTE

Durante a sua vida Judas Macabeu, por diversas vezes fora forçado a tomar o posicionamento de defender seu território e derrotar qualquer agressor em batalhas decisiva em campo aberto. Em cinco ocasiões, por emboscada, ataque noturno e furtivo, Macabeu tinha enfrentado, combatido e vencido os exércitos do Império Selêucida, reduzindo sua presença em Jerusalém a uma guarnição isolada em uma colina da qual se contemplava o Templo central da fé judaica e da existência nacional israelita. O general Lisias, um vice-rei do Império Selêucida, tinha batido em retirada dois anos antes, na emboscada de Macabeu em Bete-Zur. Nessa ocasião, os rebeldes judeus contaram com as tropas para repelir os invasores selêucidas, porém seria preciso uma batalha de aniquilação ou, pelo menos, uma esmagadora derrota para forçar um império tão poderoso a abandonar seu desejo de reclamar Israel para seu rei.

UMA REIVINDICAÇÃO À EXISTÊNCIA

antioco IVAntioco IV havia morrido após uma malsucedida campanha para angariar dinheiro entre as cidades da antiga Pérsia que, como Israel, estavam se tornando mais e mais refratárias ao controle greco-macedônico. Lisias tinha retornado à capital imperial de Antioquia para restaurar a ordem após a morte do rei e para declarar o filho, deixado ao seu próprio cuidado, o novo monarca do Império – Antioco V Eupator

Antíoco IV Epifânio

https://pt.wikipedia.org/wiki/Antíoco_IV_Epifânio

Enquanto isso, os Macabeu se ocupava na fortificação da cidade na elevação da qual se avistava o local de sua vitória em Bete-Zur, e na construção de artilharia e outros equipamentos para subjugar a guarnição selêucida de Acre. Entretanto, quanto mais firmemente os rebeldes reivindicavam para si Jerusalém e a independéncia de sua nação, maior era sua obrigação de controlar a antiga capital. O próximo ataque teria o mesmo objetivo do último: a tomada de Jerusalém. Todavia, dessa vez ele podia estar certo que haverá de enfrentar uma defesa ainda mais determinada.

 JÔNATAS ALIA-SE A ANTÍOCO VI CONTRA DEMÉTRIO II

54 Depois disso, Trifão voltou com Antíoco, ainda adolescente, o qual foi proclamado rei e passou a usar a coroa. 55 Todas as tropas que Demétrio havia dispensado aderiram a ele e passaram a lutar contra o próprio Demétrio, que foi derrotado e teve de fugir. 56 Trifão apoderou-se dos elefantes e tomou a cidade de Antioquia. 57 O jovem Antíoco escreveu a Jônatas nestes termos: “Eu te confirmo no cargo de sumo sacerdote e te entrego a administração dos quatro distritos, além de te contar entre os amigos do rei.” 59 Nomeou o irmão de Jônatas, Simão, governador do território que vai da descida de Tiro até a fronteira com o Egito. 60 Jônatas partiu, pondo-se a percorrer a região além-do-rio com as suas cidades, e todo o exército da Síria reuniu-se em torno dele, para
auxiliá-lo nos combates. Chegou assim até Ascalon, e a população o acolheu com grande pompa. 61 Dali partiu para Gaza, mas os  habitantes da cidade lhe fecharam as portas. Jônatas cercou-a e incendiou o que havia ao redor, depois de saquear tudo.

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62 Então, os moradores pediram clemência a Jônatas, e ele estendeu-lhes a mão. Tomou, porém, os filhos de seus chefes como reféns e enviou-os a Jerusalém, enquanto ele próprio atravessava o país até Damasco. 63 Jônatas ouviu dizer que os generais de Demétrio estavam em Cades, na Galiléia, com um exército numeroso, pretendendo afastá-lo dos negócios do reino. 64 Por isso marchou para enfrentá-los, deixando seu irmão Simão no país. 65 Simão acampou perto de Betsur e começou a atacá-la por muitos dias, conseguindo completar o seu bloqueio. 66 Pediram-lhe então que aceitasse o seu pedido  de paz, e Simão concordou. Obrigou-os, porém, a abandonar a cidade e ocupou-a, deixando aí uma guarnição. 67 Enquanto isso, Jônatas e o seu exército acamparam perto das águas de Genesar e, de madrugada, levantaram-se na planície de Asor. 68 As tropas dos estrangeiros vieram enfrentá-lo na planície, mas deixaram uma emboscada nos montes contra ele.

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Enquanto os judeus os atacavam pela frente, 69 os que estavam de emboscada saíram dos seus esconderijos e entraram no combate. 70 Todos os homens de Jônatas fugiram, não ficando ninguém senão Matatias, filho de Absalão, e Judas, filho de Calfi, general do seu exército.  71 Diante disso, Jônatas rasgou suas vestes, cobriu de terra sua cabeça e orou. 72 Logo depois, voltou-se contra os inimigos em combate, e os desbaratou, pondo-os em fuga.

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73 Vendo isso, seus companheiros, que estavam fugindo, tornaram a juntar-se a ele e passaram a perseguir o inimigo até Cades, até o acampamento deles, e ali por sua vez acamparam. 74 Nesse dia pereceram, dentre os estrangeiros, cerca de três mil homens. E Jônatas voltou para Jerusalém.

JÔNATAS CAI NAS MÃOS DE TRIFÃO

39 Entretanto, Trifão ambicionava tornar-se rei da Ásia e cingir o diadema, depois de eliminar o rei Antíoco. 40 Mas receava que Jônatas não o permitisse ou que lhe fizesse guerra. Por isso procurava surpreendê-lo para poder livrar-se dele. Tendo, pois, levantado acampamento, dirigiu-se a Betsã. 41 Também Jônatas, saindo ao seu encontro com quarenta mil homens preparados para a luta, marchouaté Betsã. 42 Quando Trifão viu que ele tinha chegado com um exército numeroso, desistiu de tentar prendê-lo. 43 Pelo contrário, recebeu-o com honras, apresentando-o a todos os seus amigos e oferecendo-lhe presentes. Ordenou também, aos amigos e às tropas, que lhe obedecessem como a ele mesmo. 44 A seguir, disse a Jônatas:
“Por que motivo causaste transtorno a toda essa gente, se não há entre nós ameaça de guerra?
45 Manda-os de volta para casa, depois de escolheres uns poucos homens para te
acompanharem, e vem comigo a Ptolemaida. Eu a entregarei a ti com as outras fortalezas, o restante das tropas e todos os encarregados dos negócios. Em seguida, tomando o caminho de volta, partirei, pois é para isto que estou aqui.” 46 Jônatas acreditou nele e agiu de acordo com a sua proposta: licenciou suas tropas, que se retiraram para a Judéia. 47 Reteve consigo apenas três mil homens, dos quais deixou dois mil na Galiléia. Os outros mil o  39 acompanharam. 48 Mal Jônatas entrou em Ptolemaida, os habitantes fecharam as portas, apoderaram-se dele e passaram ao fio da espada todos os que o acompanhavam.

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49 A seguir, Trifão enviou seus soldados e a cavalaria para a Galiléia, à grande planície, para liqüidar todos os homens de Jônatas. 50 Esses, porém, ao tomarem conhecimento de que Jônatas tinha sido capturado e mil homens do seu exercito tinha sido morto, animaram-se uns aos outros e avançaram em linhas cerradas, prontos para o combate. 51 Seus perseguidores, vendo que eles lutavam por sua vida, voltaram atrás. 52 Assim, todos puderam chegar em paz à terra de Judá.
Aí choraram Jônatas com os seus companheiros e ficaram possuídos de grande temor. E todo Israel entrou num pesado luto. 53 As nações circunvizinhas quiseram aproveitar a ocasião para esmagá-los, dizendo: 54 “Eles não têm mais quem os comande nem quem os ajude!
Agora, pois, é o momento de atacá-los e de apagar até a lembrança deles na memória humana”.

SIMÃO MACABEU: DINASTIA DOS HASMONEUS

Simão substitui Jônatas  1 Simão foi informado de que Trifão havia reunido um poderoso exército para marchar contra a Judéia e devastá-la. 2 Vendo então o povo transido de inquietação e de medo, subiu a Jerusalém e reuniu sua gente, 10 Simão convocou então todos os homens em condição de combater e apressou-se em terminar os muros de Jerusalém, e fortificar todo o seu contorno.  11 Depois foi para Jope, com um destacamento considerável. Ele expulsou os que nela se encontravam e ali se estabeleceu.

SIMÃO REPELE TRIFÃO, QUE MATA JÔNATAS

12 Trifão tinha partido de Ptolemaida com um grande exército, com a intenção de invadir a Judéia. Levava consigo ainda Jônatas, como prisioneiro. 13 Simão, por sua vez, foi estabelecer o acampamento em Adida, a cavaleiro da planície. 14 Então, ao saber que Simão tinha assumido o lugar de seu irmão Jônatas e que se dispunha a enfrentá-lo em combate, Trifão enviou-lhe mensageiros 15 para lhe dizerem: “É por causa da soma que teu irmão Jônatas devia ao tesouro real, em razão das funções exercidas por ele, que nós o detivemos. 16 Manda, pois, agora, cem talentos, \três toneladas, de prata e ainda dois de seus filhos como reféns, a fim de que, uma vez libertado, não se rebele contra nós. Então, nós o soltaremos”. 17 Simão percebeu que lhe falavam assim falsamente. No entanto, mandou preparar o dinheiro e os rapazes, a fim de não provocar uma grande hostilidade entre o povo, 18 o qual poderia dizer: “Jônatas morreu porque Simão não enviou o dinheiro e os rapazes”. 19 De fato, Simão remeteu os rapazes e os cem talentos de prata. Trifão, porém, faltou à palavra e não soltou Jônatas. 20 Depois, ele retomou a marcha para invadir a região e devastá-la, fazendo, porém, um contorno, pelo caminho que leva a Adora. Entretanto, Simão com o seu exército seguia-o por toda parte, para onde quer que ele se dirigisse. 22 Trifão chegou a preparar toda a cavalaria para a partida, mas naquela noite caiu muita neve, e ele não pôde vir. Levantou, então, o acampamento, e foi para a região do Galaad. 23 Ao aproximar-se de Bascama, mandou matar Jônatas, que aí foi sepultado. 24 Depois, Trifão retirou-se para a sua terra.25 Simão ordenou que recolhessem os restos de Jônatas, seu irmão, e deu-lhe sepultura em Modin, cidade de seus pais. 26 Todo Israel o pranteou intensamente, guardando luto por ele durante muitos dias.

SIMÃO TOMA GAZARA E A CIDADELA DE JERUSALÉM

43 Por aqueles dias, Simão acampou contra Gazara e sitiou-a com suas tropas. Construiu uma torre móvel, chegou perto da cidade, martelou uma das torres e apoderou-se dela. 44 Os judeus que estavam na torre móvel saltaram para dentro da cidade, provocando ali o terror.

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45 Os habitantes subiram às muralhas com as mulheres e os filhos e, rasgando suas vestes, começaram a clamar em altos brados, pedindo a Simão a paz. 46 Assim gritavam: “Não nos trates segundo a nossa maldade, mas segundo a tua misericórdia!” 47 Simão consentiu em tratar com eles e suspendeu o ataque. Obrigou-os, porém, a sair da cidade e mandou purificar as casas onde houvesse ídolos. Depois é que entrou, entre hinos e cantos de louvor. 48 Baniu da cidade toda impureza e nela estabeleceu homens que praticavam a Lei. A seguir, tendo-a fortificado, nela construiu uma residência para si. 49 Quanto aos que ocupavam a cidadela de Jerusalém, impedidos de sair e de andar pela vizinhança, para comprar e vender, começaram a  42 passar muita fome, e não poucos dentre eles pereceram à míngua. 50 Então clamaram a Simão para que aceitasse a sua proposta de paz. Ele consentiu, mas expulsou-os do local e purificou-o de todas as imundícies.

MORTE DE DEMÉTRIO II. LOUVOR DE SIMÃO

1 No ano cento e setenta e dois, o rei Demétrio reuniu seu exército e partiu para a Média.
Tencionava ali recrutar reforços, com os quais pudesse vencer Trifão. 2 Arsaces, rei da Pérsia e da Média, soube que Demétrio havia penetrado em seus domínios, e mandou um de seus generais com a ordem de prendê-lo vivo. 3 O general partiu e desbaratou o exército de Demétrio, conseguindo capturá-lo. Conduziu-o então à presença de Arsaces, o qual lançou-o à prisão.

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4 A terra de Judá permaneceu em paz por todos os dias de Simão. Ele procurou o bem de sua nação e a eles agradou a sua autoridade, assim como sua glória, todos os seus dias. 5 Além de outros títulos de glória, tomou Jope e fez dela o seu porto, abrindo o acesso às ilhas do mar. 6 Alargou os limites da nação, mantendo sob seu controle o país 7 e recuperando muitos prisioneiros. Apoderou-se de Gazara, de Betsur, e da cidadela, de onde removeu as impurezas, e não havia quem lhe resistisse.

SIMPATIA EM ESPARTA E ROMA

16 Ao se saber em Roma, e também em Esparta, que Jônatas havia morrido, todos sentiram profundo pesar. 17 Sendo, porém, informados de que Simão, seu irmão, se tornara sumo sacerdote em seu lugar, e mantinha o controle do país e suas cidades, 18 escreveram-lhe em placas de bronze, para renovar com ele a amizade e a aliança outrora contraídas com Judas e Jônatas, seus irmãos.

RECRIMINAÇÕES DE ANTÍOCO VII CONTRA SIMÃO

25 O rei Antíoco estava acampado contra Dora, na parte nova da cidade, lançando contra ela continuamente as alas do seu exército e empregando máquinas de assalto. Assim bloqueou Trifão, impedindo-o de entrar ou sair. 26 Foi quando Simão enviou a Antíoco dois mil homens escolhidos para combaterem ao seu lado, além de prata e ouro e muito equipamento.
27 O rei, porém, não quis recebê-los. Ao contrário, revogou tudo o que antes havia combinado com ele, passando a mostrar-se hostil a Simão.  37 Entretanto, conseguindo embarcar num navio, Trifão refugiou-se em Ortosia. 38 O rei, então, nomeou Cendebeu comandante-em-chefe do litoral e confiou-lhe tropas de infantaria e cavaleiros. 39 Mandou-o acampar à vista da Judéia, reconstruir Quedron, fortificar suas portas e fazer incursões contra o povo. O rei, por sua vez, foi perseguir Trifão. 40 De fato, chegando a Jâmnia, Cendebeu começou a provocar o povo e a invadir a Judéia, fazendo prisioneiros e matando muita gente. 41 Reconstruiu Quedron e aí alojou cavaleiros e tropas, com a missão de fazerem incursões e patrulhas pelas estradas da Judéia, conforme a ordem do rei.
2 Simão chamou seus filhos mais velhos, Judas e o mesmo João, e lhes disse:
Que o auxílio do céu esteja convosco!” 4 Ele escolheu no país vinte mil homens de infantaria e cavaleiros, os quais puseram-se em marcha contra Cendebeu.

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Tendo pernoitado em Modin, 5 levantaram-se de madrugada e avançaram para a planície. Viram então um enorme exército que vinha ao seu encontro, infantaria e cavalaria, chegaram até a beira de um Rio mas uma torrente interpunha-se entre os inimigos e eles. 48 João tomou posição diante dos inimigos, ele com a sua gente. E logo, percebendo que os seus tinham medo de atravessar a torrente, passou-a ele por primeiro. Vendo isso, os soldados atravessaram também, depois dele. 7 Então ele organizou seu exército,colocando os cavaleiros no meio da infantaria, pois a cavalaria dos inimigos era muito numerosa. 8 Tocaram as trombetas, e Cendebeu e seu exército foram desbaratados: muitos dentre eles caíram feridos, e os restantes fugiram para a fortaleza. 9 Nessa ocasião, Judas, irmão de João, ficou ferido. João perseguiu os inimigos até chegar a Quedron, que Cendebeu tinha reedificado. 10 Fugiram também para as torres que estão nos campos de Azoto, mas João as incendiou.

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E assim caíram dentre eles ainda uns dois mil homens. Depois, João retornou para a Judéia em paz.

ASSASSINATO DE SIMÃO E DE DOIS DE SEUS FILHOS

11 Ptolomeu, filho de Abubo, tinha sido nomeado governador da planície de Jericó. Possuía prata e ouro em abundância, 12 e era genro do sumo sacerdote. 13 Seu coração, porém, encheu-se de soberba, e começou a ambicionar o domínio do país. Para isso, preparou uma cilada contra Simão e seus filhos, a fim de eliminá-los. 14 Ora, Simão estava percorrendo as cidades no interior do país, ocupado com a sua administração. Então, desceu a Jericó, ele e seus filhos Matatias e Judas, no ano cento e setenta e sete. Era o décimo primeiro mês, isto é, o mês de Sabat. 15 O filho de Abubo recebeu-os traiçoeiramente na pequena fortaleza chamada Doc, que ele mesmo havia construído. Ofereceu-lhes um grande banquete, mas aí colocou alguns homens de emboscada. 16 Quando Simão e seus filhos já estavam embriagados, veio Ptolomeu com seus homens e, armados, entraram na sala do banquete e o mataram: a ele, aos dois filhos e a alguns de seus servos. 17 Assim, Ptolomeu cometeu uma nefanda traição, retribuindo o bem com o mal.

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18 A seguir, Ptolomeu escreveu ao rei, contando o acontecido e pedindo que lhe mandasse tropas de reforço. Assegurava-o de que lhe entregaria toda a região com as suas cidades. 19 Despachou também emissários a Gazara, a fim de assassinarem João. Quanto aos comandantes, convidou-os a passarem para o seu lado, com a promessa de prata, ouro e presentes. 20 A outros, ainda, enviou para tomarem Jerusalém e o monte do templo. 21 No entanto, alguém fora correndo avisar a João, em Gazara, que seu pai e os irmãos tinham sido mortos, e acrescentou: “Ele mandou matar também a ti!” 22 Ao ouvir isso, João ficou muito perturbado. Conseguiu, porém, prender os homens que tinham vindo para matá-lo e os executou, pois sabia que estavam atentando contra a sua vida. 23 Os outros atos de João, as guerras e façanhas que realizou, a  49 reconstrução das muralhas e, enfim, todos os seus empreendimentos, 24 essas coisas estão registradas nos anais do seu sacerdócio, desde o tempo em que ele se tornou sumo sacerdote, depois de seu pai.

FIM…

II MACABEUS  DEFINIÇÃO DA WIKIPÉDIA ENCICLOPÉDIA

O Segundo Livro dos Macabeus, é um dos livros deuterocanônicos do Antigo Testamento da Bíblia.[1] [2] Possui 15 capítulos. Vem depois de I Macabeus e antes do livro de Jó.

O Segundo livro dos Macabeus não é a continuação do primeiro

É em parte paralelo a ele e narrando vários outras historia da vida de Judas Macabeus e o seu exercito que não havia sido contada no primeiro livro, iniciando a narração dos acontecimentos um pouco antes, no fim do reinado de Seleuco IV, predecessor de Antíoco IV Epifânio, mas acompanhando-os apenas até a derrota de Nicanor, antes da morte de Judas Macabeu. Isto não representa mais do que quinze anos e corresponde somente ao conteúdo dos capítulos I a VII do primeiro livro[3] .

O autor escreveu para os judeus de Alexandria e seu desígnio é despertar o sentimento de comunhão deles com os irmãos da Palestina e o interesse pela sorte do Templo[3] .

OBJETIVO : 

O objetivo do autor é reapresentar parte dos fatos narrados em I Macabeus, sob uma nova perspectiva, Trata-se, portanto, de releitura, cuja eficácia repousa na força de Deus, presente na ação do povo pelo testemunho dos mártires, coroado pela fé na ressurreição, mostra que não há limites para a resistência, pois Deus gera a vida onde os opressores produzem a morte.

 Importância teológica
O livro é importante pelas afirmações que contém sobre a ressurreição dos mortos (7,9 ;14,46 ), o mérito dos mártires (6,18 -7,41 ), a intercessão dos santos (15,12-16 ).. Algumas igrejas protestante juntamente com o judaísmo consideram tais doutrinas apresentadas no livro como heréticas, mas concordam que o livro tem notável valor histórico (porém consideram o primeiro livro como de maior valor).

https://pt.wikipedia.org/wiki/II_Macabeus

LIVRO 2 MACABEUS  PREFÁCIO DO AUTOR   ORIGINAL

Os fatos referentes a Judas Macabeu e a seus irmãos, a purificação do grandioso templo e a consagração do altar; 20 as guerras contra Antíoco Epífanes e seu filho Eupátor; 21 as aparições vindas do céu em favor dos que generosamente realizaram façanhas pelo judaísmo, os quais, embora poucos, reconquistaram todo o país, pondo em fuga as hordas bárbaras; 22 o fato de recuperarem o templo, afamado em toda a terra, de libertarem a cidade e de restabelecerem as leis que estavam para serem abolidas, tendo-lhes sido propício o Senhor com toda a sua clemência: 23 todos esses acontecimentos, expostos por Jasão de Cirene em cinco livros, procuramos sintetizá-los num só compêndio. 24 De fato, considerando a quantidade dos números e a dificuldade que existe, por causa da abundância da matéria, para os que desejam adentrar-se nos relatos desta história, 25 tivemos o cuidado de proporcionar satisfação para os que pretendam apenas ler, facilidade para os que se interessem em confiar os fatos à sua memória, e utilidade, enfim, a todos os que procederem à leitura. 26 Para nós mesmos, que empreendemos este trabalho com o fim de sintetizar, não foi tarefa leve a que assumimos, mas um empreendimento cheio de vigílias e suor, de boa mente enfrentaremos o trabalho em favor do proveito de muitos. 28 Ao autor deixaremos a descrição acurada de cada pormenor, nós mesmos procurando conseguir a forma da brevidade. 30 De fato, ao autor compete penetrar no assunto, fazer a seleção das palavras e discorrer mais curiosamente sobre cada pormenor da história. 31 Ao que resume, porém, deve-se conceder que procure a brevidade no expressar-se e evite a exposição detalhada dos fatos. 32 Daqui, pois, começaremos a narração, só isto acrescentando ao que já foi dito: seria simplório alongar-se antes da história, para depois resumir a própria história.

  • Se da inicio com a Narrativa de duas carta a primeira 1ª carta: a festa da Dedicação e a segunda  carta: a morte de Antíoco e o fogo do templo, a parte mais importante é a onde diz sobre o local onde teria sido escondido a arca da aliança.

SEGUNDA  CARTA: A MORTE DE ANTÍOCO E O FOGO DO TEMPLO

No documento estava também que o profeta, advertido por um oráculo, ordenou que o acompanhassem com a Tenda e a Arca até chegarem ao monte onde Moisés tinha subido e de onde vira a herança de Deus. 5 Ali chegando, Jeremias encontrou um abrigo em forma de gruta, onde introduziu a Tenda, a Arca e o altar dos perfumes. Depois, obstruiu a entrada.

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6 Alguns dos seus companheiros quiseram aproximar-se, para marcar o caminho com sinais, mas não puderam reconhecê-lo. 7 Ao saber disso, Jeremias censurou-os, dizendo: “O lugar ficará desconhecido, até que Deus restaure a unidade do seu povo e manifeste a sua misericórdia. 8 Então o Senhor mostrará de novo estas coisas, e aparecerá a glória do Senhor assim como a Nuvem, tal como se manifestava no tempo de Moisés e quando Salomão orou, para que o lugar santo fosse grandiosamente consagrado”. 9 De fato, essa manifestação ocorreu quando o rei, dotado de sabedoria, ofereceu o sacrifício da dedicação e da conclusão do templo.10 Como Moisés orava ao Senhor, e o fogo descia do céu e consumia os sacrifícios, assim também Salomão orou. E o fogo, descendo do céu, consumiu os holocaustos.

CONTINUA…

https://noticiasbiblia.wordpress.com/2016/03/14/guerras-macabeus-o-anjo-da-guerra-e-a-tomada-de-gazara/

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PDF LIVRO 1 MACABEUS

LINK  ➩ http://www.apostolas.org.br/2010/capela/biblia/antigo/Livros_Historicos/1_Macabeus.pdf

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Fontes :  http://www.historia.templodeapolo.net/batalhas_ver.asp?Cod_batalha=33&value=Batalha%20de%20Bete-Zacarias&civ=Civilização%20Hebráica&liv=&guerra=Guerras%20Bíblicas#topo#topo

http://www.apostolas.org.br/2010/capela/biblia/antigo/Livros_Historicos/1_Macabeus.pdf

file:///E:/Users/leand/Downloads/youblisher.com-952886-2_Livro_dos_Macabeus.pdf

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