GIGANTES NAS AMÉRICAS

Gigantes nas Américas: Parte 05

Relatos sobre os gigantes são encontrados por toda a parte no mundo antigo sendo a principal deles  na própria Bíblia também podemos encontrar relatos no livro Apócrifo de Enoque, e no mais recente achado dos pergaminhos do Mar Morto encontrados nas  cavernas de Qumran no que ficou chamado o Livro dos Gigantes; outros relatos estão por toda a parte na   Mesopotâmica,  mitologia Suméria, Assíria, Babilônica como a Epopeia de Gilgamesh, Atrahasis, Ziusudra, Épico de Baal, Inanna e enki.

Outros relatos espalhados pelo mundo incluem diversos poemas  vindos da Mitologia Chinesa – (O dilúvio da China)Da Yu no país dos gigantes,  Mitologia Grega – ()Os gigantes Alóidas,  cáucaso, Balor (celta), Hiranyakashipu (hindu), Fafner (nórdico), Polifemo (grego), Adão (islâmico), etc;

Existe  também vastos relatos dos Nativos Americanos  os habitantes das numerosas tribos  indígenas que existiam aqui, época inicial a colonização das Américas que foram contadas aos Europeus.

Na tribo norte Americana dos Pawnee também se encontra relatos sobre o diluvio e os Gigantes 

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Uma representação de um índio gigante norte-americano, baseada nas lendas nativas americanas. Os nativos americanos acreditavam que os primeiros povos a habitarem a Terra eram uma raça de índios gigantes. Estes gigantes não respeitaram o Grande Espírito, cometendo crimes contra o homem e a natureza, de modo que o Grande Espírito enviou um grande dilúvio para destruí-los.renders-pawnee

Uma tribo de índios norte-americanos acredita que os primeiros seres humanos na Terra eram uma raça de índios gigantes – tão grande que até mesmo o poderoso búfalo era ofuscado pelo seu tamanho. Um índio gigante poderia levantar um búfalo adulto do chão e jogá-lo por cima do ombro, levando-o para sua tribo sem esforço. Uma pessoa comum em relação a ele era tão pequena que seria simplesmente capaz de pendurá-lo em seu cinto como um caçador de hoje pode fazer com o seu coelho. Estes antepassados ??gigantescos não tinham medo de qualquer poder superior, não tinham noção de uma vida após a morte e não acreditam em Ti-ra wa ‘, O todo-poderoso que vigia o destino do homem. Assim, os gigantes faziam o que queriam sem se importar com as conseqüências. Finalmente, quando os atos perpetrados eles haviam atingido proporções inaceitáveis, Ti-ra wa ‘ resolveu punir os homens gigantes. Ele fez as águas dos rios, lagos e mares a subir até que eles acima do nível da terra. O terreno tornou-se lamacento e os pesados gigantes afundaram-se na lama e se afogaram.

Uma das referências mais enigmáticas de gigantes nas lendas dos nativos americanos foi uma lenda do Tuscarora de um povo gigante chamado de “Ronnongwetowanca”. Essas pessoas tiveram uma vez dominado o Vale do Ohio por algum tempo antes de 1000 aC, governando sobre o que foi descrito pelos contadores de histórias nativos americanos como “uma habitação considerável”. Como explica Hamilton,

”David Cusick, um Tuscarora nativo, escreveu em 1825 que, entre as lendas do povo do antigo, havia uma poderosa tribo chamada Ronnongwetowanca. Eles eram gigantes, e tinha uma “habitação considerável.” Ele diz que quando o Grande Espírito criou o povo, alguns deles tornaram-se gigantes. Os gigantes tinham um modo de ataque”surpresa” , esperando até que sua vítima não estivessem atentas. Depois de um tempo suportando as afrontas destes gigantes, diz-se que as pessoas se uniram forças, e através de um ataque final de cerca de 800 guerreiros, com sucesso aniquilaram os abomináveis Ronnongwetowanca. Depois disso, foi dito que não havia mais gigantes em qualquer lugar. Supostamente aconteceu em cerca de 2.500 invernos antes de Colombo descobrir a América, ou seja, cerca de 1000 aC – O tempo que os Adena parecem ter chegado no Vale de Ohio”.

os Gigantes Ruivos das Américas

Outro antigo conto de gigantes que viveram nas Américas podem ser encontrados nas tradições dos Chippewa (Minnesota), Sandusky e Tawa tribos (ambos de Ohio). Essas tradições falam de uma raça de gigantes de barba negra que primeiro conquistaram e governaram a América do Norte, e que foram conquistados por outra raça de gigantes de barba ruiva:

Barbas são encontrados somente na Europa, Oriente Médio, e alguns povos Africanos, mas raramente nos povos asiáticos, que compõem a maioria do genoma do nativo americano. Apesar disso, os nativos americanos acreditam que não um, mas dois tipos de povos barbudos ocuparam as Américas ao mesmo tempo. Não só eles eram barbudos, mas eles eram gigantes também, dizem que a raça de barba negra que outrora ocupou as Américas havia sido expulsa por uma raça de gigantes de barba ruiva.

Humanos gigantes de cabelo vermelho

Os primeiros registros oficiais de relatos sobre gigantes na América remonta ainda ao século dos desbravadores europeus (os índios já relatavam sobre isso em suas lendas orais  de forma ancestral nessa época) enquanto precorriam a América em busca de metais preciosos. Os primeiros exploradores que relataram sobre encontros com gigantes no continente  são homens como Fernão de MagalhãesSir Francis Drake, o explorador espanhol, Desoto e o comodoro Bryon, avô do poeta, Lord Bryon. Desses, podemos citar com bastante clareza, uma observação bem documentada por Magalhães em torno de 1520-19.
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Fernão de Magalhães (foto ao lado), o navegador português que a serviço da coroa espanhola, fora o primeiro a cruzar o globo (viagem de circo-navegação) abordo de sua esquadra de 5 navios e 234 homens. Contasse nos relatos da viagem, escritos por Antônio Pigaffeta, escrivão de bordo, que por muitos dias, a esquadra atracou na costa argentina nas regiões conhecidas como Patagônia e Terra do Fogo.
 No dia 19 de Maio de 1519, atracados no porto de San Julián, conta Pigaffeta que Distanciando-se destas ilhas para continuar a rota á 49 graus e 30 min de latitude meridional, foi onde encontraram um porto. E como o inverno se aproximava, julgamos ser aconselhável passar ali aquela má estação.  Transcorreram então, dois meses sem que vissem nenhum habitante do país. Um dia, quando menos esperavam, um homem de figura gigantesca se apresentou…
70537861221183634-t640Estava sobre a areia, quase nu, e cantava e dançava ao mesmo tempo, jogando poeira sobre a cabeça. O Capitão enviou à terra um dos nossos marinheiros, com ordem de fazer os mesmos gestos em sinal de paz e amizade, o que foi muito bem compreendido pelo gigante, que se deixou conduzir a uma pequena ilha, onde o capitão havia descido. Eu me encontrava ali com muitos outros. Deu mostras de grande estranheza ao ver-nos e levantando o dedo queria dizer que acreditava que nós havíamos descido do céu.”  […] “Este homem era tão grande que nossas cabeças chegavam apenas até à cintura. De porte formoso, seu rosto era largo e pintado de vermelho, exceto os olhos, que eram rodeados por um círculo amarelo e dois traços em forma de coração nas bochechas. Seus cabelos , escassos, pareciam branqueados por algum pó“. […] “Seu vestido, ou melhor dito, seu manto, era feito de peles muito bem costuradas, de um animal que abunda no paísParece que sua religião se limita à adoração do diabo. Julgam que quando um deles está morrendo, aparecem dez ou doze demônios cantando e dançando ao seu redor. O demônio que provoca maior alvoroço e que é o chefe maior dos diabos é Setebos. Os demônios pequenos são chamados Chelele […] Nosso capitão chamou a este povo de Patagões (devido ao tamanho de suas patas)”. (2)
Também é descrito por Magalhães que as cores reais dos cabelos do gigante eram vermelhos, e sua voz era estridente “como um touro”. Mas tarde, Magalhães e os navegadores aprenderam como os nativos (de tamanho comum) que os gigantes pertenciam a uma tribo vizinha.
gigantes07_02Notavelmente, os registros de Pigaffeta (desenho ao lado) mostram que Magalhães e seus marinheiros capturaram dois desses gigantes vivos e trouxe a bordo de seu navio com a intenção de levá-lo a Europa, mas infelizmente, ambos os indivíduos ficaram doentes e ambos morreram durante a viagem de volta. E no fim das contas, a viagem de “volta ao mundo” terminara em 1522, mas o intrépido Fernão de Magalhães morrera antes, nas Filipinas, em combate com nativos e tivera seu túmulo no mar. Porém, Pigaffeta, que fora um dos poucos sobreviventes da viagem, sobrevivera para manter esses registros bem a salvo.
Cinquenta e oito anos depois, segundo registros de outros exploradores, os gigantes ainda percorriam San Julián. E ninguém menos que o nobre pirata Francis Drake, teria registrado em suas empreitadas, diversos encontros entre ele e sua população com os homens ruivos gigantes de até 9 pés de altura. Nos anos que se seguiram, diversos navegadores de diversas nacionalidades teriam relatado a suas coroas e superiores os registros dos homens gigantes de cabelos ruivos que circundavam aquela área.
Dois exploradores neerlandêses dos séculos XVI – XVII menos 1590_or_later_Marcus_Gheeraerts,_Sir_Francis_Drake_Buckland_Abbey,_Devon - Copiaconhecidos na historiografia geral, de nome, Jacob Le Maire e Wilhelm Schouten alegaram ter descoberto próximo aquela região um esqueleto humano intacto de nove pés. Cada um deles entrou em descrições minuciosas em seus diários de bordo, dando as mesmas características atestadas nas viagens de navegadores anteriormente. Oque indica que uma raça de homens gigante com principalmente cabelos vermelhos habitaram as Américas durante séculos e são tão nativas quanto os indígenas no sentido de estarem aqui fixadas a incontáveis gerações antes dos europeus.
(Nota) – Trechos extraídos do diário da expedição de Fernão de Magalhães, conhecida como a primeira viagem de circunavegação ao redor do mundo, escrito por Antônio de Pigafetta.
Os índios Payuts ou Payuch Entre suas antigas lendas orais, contasse que a muitíssimo tempo, em uma região onde viviam (atual Nevada), habitou uma tribo de gigantes chamada por eles de, os Si-te-Cah. Diziam que eles se constituíam de homens e mulheres tão altos quanto 12 pés (3,65 m) de altura, tinham cabelos ruivos, pele clara, extremamente fortes e hostis. E justamente eles habitavam a região onde os Paiutes haviam se instalado. Conta-se então, que esse povo de gigantes causava medo e se mantinha imponente  frente as tribos da região, praticavam antropofagia cultivavam um caráter guerreiro e seleto.

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Uma vez, houve uma guerra entre tribos aliadas contra a tribo dos Si-te-Cah. Em uma emboscada, em meio a um confronto sangrento, os indígenas mataram muitos dos gigantes enquanto o que restara deles fora emboscado em uma caverna. Vitoriosos, os guerreiros índios exigiram que os gigantes deixassem a caverna e lutassem, mas, em desvantagem e feridos, eles se recusaram. Então, fogo foi ateado na caverna, para força-los a sair ou morrerem de vez. Os gigantes refugiados que se lançaram pra fora foram feridos por inúmeras flechas e pereceram, os que ficaram, morreram asfixiados. Caia assim, a tribo dos imponentes gigantes de cabelo ruivo.

Sara Winnemuca Ropkins (1844 – 1891), uma escritora paiute do século XIX, filha de um chefe Paiute (cuja tribo vivia nas margens do lago Humboldt), escrevera em seu livro auto-biográfico intitulado “Vida entre os Paiutes” publicado em 1883, um relaatlantisamerica5 - Copiato  sobre a lenda indígena conhecida por Sara: “Meu povo diz que a tribo exterminada tinha o cabelo avermelhado. Tenho alguns de seus cabelos, que foram passados de pai pra filho. Tenho um vestido que está na minha família a muitos anos, aparado com o cabelo avermelhado. Vou usa-lo algum dia que eu palestrar.

Algumas múmias com cabelo Ruivo tem sido encontradas no nas Américas, algo completamente fora das características raciais indígena das Américas

GIGANTES MAIAS

Em tempos muito antigos, uma tribo de gigantes invadiu a América do Sul ao longo da costa ocidental, na parte do Equador. Segundo a lenda, esses gigantes eram tão maus que tinham sido destruídas pelo fogo do céu.

Lendas dos ´´nativos contam, a partir do que ouviram através de seus antepassados, que muito tempo atrás, vieram pelo mar em jangadas de juncos, à maneira de grandes embarcações, alguns homens que eram tão altos que suas canelas eram tão grandes quanto o comprimento de um homem de tamanho normal, e os membros eram poporcionais aos seus corpos, mas eram disformes, e suas suas cabeças eram grandes, e com cabelos que desciam sobre os ombros. Os olhos eram do tamanho de pequenos pratos . Eles afirmam que não tinham barbas e que alguns estavam vestidos com peles de animais,… Esses homens altos ou gigantes … comiam toda a comida que podiam encontrar na terra, cada um deles consumia o equivalente ao que comia mais de cinqüenta nativos do país, e como as oferendas não eram suficientes para eles, eles matavam muitos peixes no mar por meio de suas redes .”
“Os nativos os desprezavam, por que eles mataram suas mulheres, e aos homens. Os índios não se sentiam fortes o suficiente para matar essas pessoas que tinham vindo para dominar seu país , embora grandes reuniões foram realizadas, mas eles não se atreviam a atacá-los. Depois de alguns anos, os gigantes ainda estavam no país,. ” Cieza, então, escreveu que, segundo o relato transmitido pelos nativos,que um anjo desceu do céu fez cair fogo sobre eles e matou os gigantes.” ( Este ultimo relato é um tanto impreciso não da detalhes sobre a altura desses homens e parece indicar uma invasão dos povos Nórdicos sendo os Vikings Exímios navegadores poderiam muito bem terem chegados nas América muito tempo antes dos espanhóis, ingleses e portugueses, os índios eram de baixa estatura e qualquer Europeu poderia ser considerado por eles como Gigante, mais como ficou narrado também no diário de Bordo de  Fernão de Magalhães,  Jacob Le Maire e Wilhelm Schouten, Pigaffeta ir Francis Drake, o explorador espanhol, Desoto e o comodoro Bryon onde também dissertam ter vistos Gigantes de Cabelo vermelho)

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             Demônios se passando por falsos Deuses Exigindo Adoração e Sacrificios

Os  povos adoradores dos Falsos Deuses eram sempre conhecidos por serem capazes de erguer vastos impérios e realizar prodígios da Engenharia que desafiam a compreensão dos Arqueólogos até nos dias de hoje, conhecidos por suas habilidade  para a Guerra e praticas Imorais e chocantes de adoração que envolvia Sacrifícios em massas de Crianças e Adultos para o agrado de suas Divindades que  tinham uma Sede insaciável pelo sangue. E como não poderia deixar de faltar os relatos dos Gigantes conhecidos na Bíblia como os Nefilins.

Assim como tinha acontecido  aos povos antigos da Mesopotâmia,  Sumérios, Assirios Babilônicos, etc; Onde  Anjos  Enganadores os que se tornaram desertores e vieram a ser chamado Satanás o Diabo a Antiga Serpente se passaram por Falsos Deuses e pediam Devoção  Adoração, em troca  deram aos homens  Conhecimentos  Ocultos, deram Gloria e Poder para levantarem Vastos impérios dando conhecimento para fabricação de todo tipos de Armas os preparando para a guerra e o derramamento de sangue sem fim.

Ao que já foi dito no Livro de Enoque :

como eles (demônios) tem ensinado
toda espécie de iniqüidade sobre a terra, e tem aberto ao
mundo todas as coisas secretas que são feitas nos céus.
1Além disso, Azazyel ( nome de demônio) ensinou os homens a fazerem espadas,
facas, escudos, armaduras e peitorais,
6Akibeel ensinou sinais;
5Barkayal ensinou os observadores das estrelas, (9)
(9) Observadores das estrelas. Astrólogos.
3Amazarak ensinou todos os sortilégios, e divisores de raízes:
4Armers ensinou a solução de sortilégios; ( “sortilégio”  ato ou ação de enfeitiçar, encantar, sortilegium, “adivinhação”)

2E sendo numerosos em aparência ou , “assumindo muitas formas  (30) profanaram os homens e fizeram com que errassem; assim eles sacrificaram aos demônios como aos deuses.

Em Isaías 14:12-15  nos dá novas informações sobre o perfil e qual era as intenções das  hordas espirituais Demoníacas que tem desafiado o próprio Deus e enganado todo o mundo:

12 Como você caiu dos céus(demônios), ó estrela da manhã, filho da alvorada! Como foi atirado à terra, você, que derrubava as nações!
13 Você, que dizia no seu coração: Subirei aos céus; erguerei o meu trono acima das estrelas (acima dos Anjos) de Deus; eu me assentarei no monte da assembléia, no ponto mais elevado do monte santo[*].(Governar o reino celestial)
[*] Ou alto do norte. Hebraico: zafon.
14 Subirei mais alto que as mais altas nuvens; serei como o Altíssimo.
15 Mas às profundezas do Sheol você será levado, irá ao fundo do abismo!
( Isaías 14:12-15 )

Os principais  impérios que foram influenciados pela adoração de Falsos Deuses na América anterior a chegada dos Europeus foram os Maias e Astecas 

Foram capazes de realizarem prodígios arquitetônicos sobrenaturais que desafia a compreensão onde as praticas de Adoração que envolviam rituais de Sacrifícios humanos de verdadeiros Genocídios  de Carnificina em Massa que durou seculos.

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O povo Maia acreditava que a função do ser humano na terra era venerar os deuses. Sem o homem para realizar os rituais adequados, os deuses morreriam, o que acarretaria o desaparecimento do universo. Por conta disso, na vida cotidiana eles se dedicavam à realização das mais diferentes cerimônias, nas quais, para alimentar e apaziguar os deuses, eram comuns as oferendas, como flores, frutas e alimentos, que chegavam a ser preparados. Sendo o ritual mais importante eram os sacrifícios de animais e de seres humanos. Era pedido dos deuses  aos maias de que precisavam de sangue – a energia vital e considerado sagrada para eles. Todas as cidades possuíam um centro cerimonial onde eram realizados os rituais de adoração aos deuses. Grandes cerimônias públicas, realizadas em todo o império, estavam relacionadas com o calendário – eram festejadas datas como o Ano Novo,  e incluíam os rituais de fertilidade, iniciativos, de adivinhação e curandeirismo, além dos referentes aos ciclos da vida: gravidez, nascimento, infância, puberdade, casamento e morte. Nos rituais de sacrifício, as vítimas eram escravos, inimigos  das cidades vizinhas capturados em guerras ou mulheres virgens.

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Sacrifício humano na cultura asteca

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Embora fossem uma cultura que realizaram façanhas Arquitetônicas incríveis o preço cobrado pelas divindades por ter oferecido poder e conhecimento para erguerem o seus impérios parece ter sido alto demais:  Sacrificar seres humanos aos deuses, era para os Astecas uma missão, enquanto povo escolhido pelo seu deus Huizilopochtli. Os sacerdotes ficavam com os vencidos para os sacrifícios , o deus era apaziguado. Era tal a obsessão de sacrifício, que para eles as frequentes campanhas bélicas acabaram por não se dirigir à conquista de territórios, mas tornaram-se uma forma de encontro ritualizado, de conflitos cerimoniais, a que se deu o nome de “Guerra Florida”, com a qual era possível obter sempre novas vítimas para os sacrifícios aos deuses. O seu destino final, como acontecia com os prisioneiros mortos no templo, era a glória de acompanhar o Sol no seu caminho celestial. Constantes “Guerras foram instituída no reinado de Moctezuma I, numa luta permanente contra os estados de língua Nahualt de Tlaxcala e Huexotzingo. A finalidade de ambos os lados era simplesmente ganhar cativos para serem sacrificados.

Execução por apedrejamento, processo independente e distinto dos sacrifícios, e Canibalismo ritual registrado Códice Magliabechiano.
A morte em combate ou na pedra sacrificial era o destino mais elevado do guerreiro, e conduzia-o para o mais alto céu. A base do pensamento religioso e da atividade ritual provinha da ideia de que era necessário manter uma relação constante de intercâmbio com o sobrenatural. Oferecendo aos deuses a energia vital necessária para manter a atividade, poder-se-ia continuar a receber dele os dons que permitiam a existência humana, como a luz, o calor, a água, a caça, os produtos da terra, etc.

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O sacrifício tradicional mais dramático dava-se uma vez por ano, no 5º dia do mês toxcatl, em honra a Tezcatlipoca.

Os prisioneiros eram sacrificados na pedra do sacrificio onde era arrancado o coração da vitima logo em seguida, erguia ao céu em oferenda á divindade. Ao deus Xipe Totec: depois do coração arrancado, este era depositado no cuauxicalli ou “vaso de água”, para ser queimado e servir de alimento aos deuses. A cabeça era separada do corpo, e este esfolado. Os sacerdotes e aqueles que faziam penitência (para homenagear os deuses), vestiam-se com a pele da vitima, que usavam durante 20 dias, ao fim dos quais o que personificava o deus Xipe Totec, o “nosso senhor esfolado”, “deitava um cheiro repulsivo como se fosse um cão morto”. Ao deus Tlaloc: sacrificavam-se crianças no alto das montanhas para trazer chuva no fim da estação seca, para apaziguar o deus; quanto mais elas choravam, mais satisfeito o deus ficava.

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20. 000 mil homens eram imolados a cada ano. O templo de Huitzilopochtli é testemunha disso Hernan Cortez e os seus homens, estimaram em cerca de 140. 000 crânios aonde eram jogados os cadáveres nas valas dos mortos.
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A própria Divindade Quetzalcóatl das culturas mesoamericanas, cultuado especialmente  pelos astecas, Seu nome significa “serpente emplumada” Sendo uma das representações deste deus é um homem branco, barbado e de olhos claros. Esta representação seria uma das justificativas de que os povos indígenas, durante a conquista Espanhola, acreditaram que Hernán Cortez era Quetzalcóatl. Essa é uma das razões pela qual os espanhóis dominaram tão facilmente a América Central.

É sabido que os astecas viam em Cortez e os conquistadores espanhóis a figura dos antigos deuses, em particular de Quetzalcótl, os quais voltavam ao seu império, como tinha sido profetizado. Apareciam muitos sinais antes e durante o desembarque dos estrangeiros. Moctezuma reagiu com espanto, medo, justiça e crueldade a tudo o que se relacionou com o aparecimento desses sinais. Durán comenta no livro, que os astrólogos, feiticeiros, adivinhos, agoureiros e profetas passaram a ter a devida vigilância sobre as estrelas, de noite, e a prognosticar sobre cometas, pressagiando mortes, fome, peste, guerras, mortes de príncipes e grandes senhores.

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Dois anos Antes da chegada dos Espanhois “Quando o chefe de Texcoco profetizou que estrangeiros governariam o México, Montezuma II jogou pelotas com ele para provar que ele estava errado. Perdeu o jogo por 3 a 2 e deixou o campo amedrontado. Dois anos depois chegaram os espanhóis”,  John Clare eno Livro Astecas,

Outros presságios atormentaram o imperador. Segundo os códices, os astecas tomaram conhecimento da vinda dos europeus anos antes por meio de oito agouros funestos: templos que se incendiaram sozinhos, raios que caíram sobre pirâmides, cometas e inundações, entre outros. Quando soube da chegada da grande mau que flutuava no mar,  As notícias seguintes o afligiram ainda mais. Para agradar os Deuses o imperador realizaria um período da maior carnificina de sacrifícios humanos da historia com milhares de vitimas sendo sacrificadas com o intuito de agradar os Deuses Demoniacos, e tentar evitar que os presságios se concretizassem.

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Demônios que se passaram por Falsos Deuses deram aos  homens poderes sobrenaturais para  construirem cidades que são obviamente impossíveis para meros mortais um excelente exemplo disso é o que restou das ruínas de Tiahuanaco e Puma Punku que é conhecido como um dos maiores mistérios do mundo antigo

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Puma Punku é um tipo de estrutura intrigante que ninguém sabe quando e nem quem construiu,  estão situado na Cordilheira dos Andes a 3500m de altura, com pedras megalíticas de granito, pesando mais de 100 toneladas com 8m de comprimento,  indícios de trabalho ou corte nas pedras com avançada de precisão desconcertante;  Um dos sítios arqueológicos mais intrigantes do planeta.
Lendas dos indígenas locais(Indios Aimaras), dizem que Puma Punku foi construída pelos deuses gigantes em somente uma noite, e um enorme cataclisma e uma tremenda inundação devastou toda a area.
Uma das primeiras crônicas dizem que, plataformas de pedra gigantes foram sendo movidas pelo ar ao som de uma trombeta,basicamente flutuavam no ar.

Após anos de pesquisa, cientistas dizem que as pedras foram retiradas e transportadas de pedreiras a mais de 95 km de distancia.
As ruínas estão espalhadas de tal forma que parece que Puma Punku sofreu uma explosão, que arremessou as pedras para todos os lados.

Alem disso  alguns blocos contem  buracos que atravessa a rocha, trabalhos intricados, outras pedra possuem canaletas fresada em angulo reto e com furos igualmente espaçados e superfície lisa impecável, o que mais se aproxima dos cortes hoje seria por uma serra de diamante.

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Os astecas e antigos gigantes da Mesoamérica

Não são apenas os seres gigantes mencionados em culturas e civilizações antigas ao redor do mundo, a sua existência é uma parte fundamental do folclore e história. A sua presença e existência é confirmada em textos religiosos, como os outros textos sagrados Bíblia antiga e muitas.  De acordo com o Codex Rios, ou o Vaticano Um códice, a tradução italiana de um antigo manuscrito escrito durante a conquista espanhola, os seres gigantes viveram na Mesoamérica. De acordo com as representações do códice, guerreiros astecas lutou contra seres gigantes.

O Quinametzin Giants, de acordo com Aztec Mythology, povoada este mundo durante a era anterior do Sun Rain.

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Desenho do Codex Rios consiste em 101 páginas de papel europeu,, é realizada na biblioteca do Vaticano, Roma, dobrou-acordeão e também é também conhecida como Vaticano Codex A, códice Vaticanus A, e Codex Vaticanus 3738

Curiosamente, é dito que os gigantes Quinametzin construiu a antiga cidadela de Teotihuacan (lugar onde os homens se tornam deuses) e da Grande Pirâmide de Cholula. Dez Quinametzin são mencionados na mitologia asteca. Diz-se que quando os conquistadores espanhóis chegaram à América, viram, de carne e sangue verdadeiros gigantes.

Segundo a lenda, e as contas da invasão espanhola no livro “as lanças quebradas” Giants viveu entre os astecas, e um de seus heróis, Tzilacatzin ajudou a combater o espanhol durante uma tentativa de aquisição hostil da antiga cidade de Tenochtitlan.

Tzilacatzin conseguiu defender Tenochtitlan, atirando enormes pedras contra os conquistadores espanhóis, e sua coragem e força pode ser visto no códice florentino.

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Um video postado no youtube oferece uma excelente evidencia de uma pegada de um gigante

pegada do gigante-. - Copia

FONTES :   http://www.ancient-code.com/the-aztecs-and-the-giants/

http://aguia-volitiva.blogspot.co.id/2013/04/quem-eram-os-gigantes-ruivos-da-america.html?m=1

http://aguia-volitiva.blogspot.co.id/2013/04/quem-eram-os-gigantes-ruivos-da-america_13.html?m=1

http://www.historia.templodeapolo.net/civilizacao_ver.asp?Cod_conteudo=348&value=Sacrifícios%20humanos%20maias&civ=Civilização%20Maia&topico=Religião

https://pt.wikipedia.org/wiki/Sacrifício_humano_na_cultura_asteca

http://deusesastronautas.blogspot.com.br/2012/04/gigantes-na-terra-parte-2-quando-os.html

http://serieaharpasagrada.blogspot.com.br/2014/08/a-corrida-ruivo-e-conexao-atlante.html

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