ELIAS DESAFIA OS PROFETAS DE BAAL E O CERCO DE SAMARIA

GUERRAS BÍBLICAS: ELIAS DESAFIA OS PROFETAS DE BAAL E O CERCO DE SAMARIA: Parte 08

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A.E.C.
 Civilização Hebráica – Reino de Aram – Sírios
General: Rei Acabe
Forças: Civilização Hebráica
Contingente: 8000
General: Rei Ben-Hadade II
Forças: Sírios e súditos de Aram
Contingente:
 –

O rei israelita Onri (883-872 a.e.c.) reinou em Tirza por seis anos. Então procurou uma localização para construir uma capital toda sua. Cerca de 14,5 km a oeste de Tirza fica um monte chamado Shomron, que traduzido do hebraico significa literalmente “torre de vigia” ou “monte de vigia”. Do elevado ponto de vista no alto do monte, o território ao redor podia ser observado por vários quilômetros, e uma cidade ali edificada poderia ser defendida contra invasores, já que seus flancos íngremes lhe proviam um obstáculo natural.

Por dois talentos de prata, Onri comprou o monte de seu proprietário, um lavrador chamado Semer, e pôs-se a construir a terceira capital do reino de Israel. Mais tarde, ao crescer o prestigio da nova cidade, a região da capital também veio a ser chamada Samaria, e seus habitantes, samaritanos.

ACABE, ÍDOLOS E ARMAS

Acabe reinou sobre Israel por 22 anos de controvérsia e violência. Seu casamento com Jezabel foi marcado pela introdução no reino dos deuses pagãos Baal e Aserá, com a aparente aprovação e o apoio de Acabe. Em mais de uma ocasião, Acabe mostrou-se indeciso ao enfrentar a mais difícil das decisões, inclinando-se para a vontade de outros.

“Acabe, filho de Onri, fez o que era mau aos olhos do Senhor,757c404268479ca9e66cbcd6cc7f482a - Cópia  mais do que todos os que foram antes dele” diz a Bíblia. “Ele edificou um altar a Baal no templo de Baal que ele mesmo tinha construído em Samaria. Fez também um poste-ídolo (Asera) e muito mais para irritar ao Senhor, Deus de Israel, do que todos os reis de Israel que foram antes dele.” (1 Reis 16:30, 32-33)

O profeta Elias predisse naquele tempo grande seca e fome, o que devastaria o reino israelita até o dia do arrependimento. Somente mediante a fala de Elias, que fugira para o exílio, é que retomariam as chuvas vivificadoras. A Bíblia fala de uma grande disputa no alto do Monte Carmelo, na qual os profetas de Baal e Elias, que tinha retornado para confrontar o monarca após a prolongada agonia do povo, iriam determinar quem era o verdadeiro Deus.

1 REIS 18:1-46

Então disse Elias ao povo: Só eu fiquei por profeta do Senhor, e os profetas de Baal são quatrocentos e cinqüenta homens.  Dêem-se-nos, pois, dois bezerros, e eles escolham para si um dos bezerros, e o dividam em pedaços, e o ponham sobre a lenha, porém não lhe coloquem fogo, e eu prepararei o outro bezerro, e o porei sobre a lenha, e não lhe colocarei fogo.
Então invocai o nome do vosso deus, e eu invocarei o nome do Senhor; e há de ser que o deus que responder por meio de fogo esse será Deus. E todo o povo respondeu, dizendo: É boa esta palavra.
E disse Elias aos profetas de Baal: Escolhei para vós um dos bezerros, e preparai-o
primeiro, porque sois muitos, e invocai o nome do vosso deus, e não lhe ponhais fogo.
E tomaram o bezerro que lhes dera, e o prepararam; e invocaram o nome de Baal, desde a manhã até ao meio-dia, dizendo: Ah! Baal, responde-nos! Porém nem havia voz, nem
quem respondesse; e saltavam sobre o altar que tinham feito.
E sucedeu que ao meio-dia Elias zombava deles e dizia: Clamai em altas vozes, porque ele é um deus; pode ser que esteja falando, ou que tenha alguma coisa que fazer, ou que intente alguma viagem; talvez esteja dormindo, e despertará.
E eles clamavam em altas vozes, e se retalhavam com facas e com lancetas, conforme ao seu costume, até derramarem sangue sobre si.
E sucedeu que, passado o meio-dia, profetizaram eles, até a hora de se oferecer o sacrifício da tarde; porém não houve voz, nem resposta, nem atenção alguma.
Então Elias disse a todo o povo: Chegai-vos a mim. E todo o povo se chegou a ele; e restaurou o altar do Senhor, que estava quebrado.
E Elias tomou doze pedras, conforme ao número das tribos dos filhos de Jacó, ao qual veio a palavra do Senhor, dizendo: Israel será o teu nome.
E com aquelas pedras edificou o altar em nome do Senhor; depois fez um rego em redor do altar, segundo a largura de duas medidas de semente.
Então armou a lenha, e dividiu o bezerro em pedaços, e o pôs sobre a lenha.
E disse: Enchei de água quatro cântaros, e derramai-a sobre o holocausto e sobre a lenha. E disse: Fazei-o segunda vez; e o fizeram segunda vez. Disse ainda: Fazei-o terceira vez; e o fizeram terceira vez;
De maneira que a água corria ao redor do altar; e até o rego ele encheu de água.
Sucedeu que, no momento de ser oferecido o sacrifício da tarde, o profeta Elias se aproximou, e disse: Ó Senhor Deus de Abraão, de Isaque e de Israel, manifeste-se hoje que tu és Deus em Israel, e que eu sou teu servo, e que conforme à tua palavra fiz todas estas coisas.
Responde-me, Senhor, responde-me, para que este povo conheça que tu és o Senhor Deus,
e que tu fizeste voltar o seu coração.
Então caiu fogo do Senhor, e consumiu o holocausto, e a lenha, e as pedras, e o pó, e ainda lambeu a água que estava no rego.

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O que vendo todo o povo, caíram sobre os seus rostos, e disseram: Só o Senhor é Deus! Só o Senhor é Deus!   E Elias lhes disse: Lançai mão dos profetas de Baal, que nenhum deles escape. E lançaram mão deles; e Elias os fez descer ao ribeiro de Quisom, e ali os matou.
Então disse Elias a Acabe: Sobe, come e bebe, porque há ruído de uma abundante chuva.

Os 450 profetas de Baal e Elias haveriam de construir cada qual um altar. O deus que respondesse as petições de seus profetas e acendesse o fogo do altar seria o verdadeiro.

Quando o Deus de Elias enviou fogo para consumir o seu altar, a disputa estava encerrada. Segundo a alegoria, as conseqüências do fracasso eram terríveisScreenshot_21. A Bíblia relata:

“Então Elias lhes ordenou: ‘Prendei os profetas de Baal. Que nenhum deles escape!’. Eles os prenderam, e Elias os fez descer ao vale do Quisom e Ia os matou”. (1 Reis 18:40).

Quando Acabe contou para Jezabel o que acontecera, inclusive a execução dos profetas de Baal, a sua ira foi tão intensa que ela jurou vingança:

“Então Jezabel enviou um mensageiro para dizer a Elias: ‘Que os deuses me castiguem com todo o rigor, se amanhã nesta hora eu não fizer com a tua vida o que fizeste com a deles”. (1 Reis 19:2)

Elias novamente fugiu para se preservar e as nuvens de guerra reuniram-se sobre Israel.

     BEN-HADADE II DECLARA SUA PREEMINÊNCIA

Guardando-se contra seu vizinho, frente ao aparente retorno da prosperidade ao reino israelita, Ben-Hadade II, o rei de Aram (moderna Síria), partiu de Damasco para subjugar a percebida ameaça de seu vizinho, que parecia estar ficando mais forte a cada dia.Ben-Hadade II reuniu uma confederação de 32 reis e seus exércitos, e marcharam desde a área ao redor de Damasco até os portões de Samaria.

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Enquanto Ben-Hadade II e seus exércitos se dirigiam para a capital de Acabe, o rei israelita estava em uma conferencia com um grupo de líderes dos vários distritos do reino e com os comandantes provinciais das milícias. O número efetivo das tropas realmente disponíveis a Acabe na cidade sitiada era menor que 8.000 homens.

INICIANDO O CERCO

Ben-Hadade II considerou a eventual queda de Samaria como sendo uma conclusão inevitável do movimento que fizera de suas forças para formar um cerrado cordão em torno da cidade. O rei sírio determinou o estabelecimento de um prolongado cerco, observando que somente um número relativamente pequeno de tropas defendia a cidade sitiada, enquanto aqueles soldados que poderiam tentar se organizar e marchar para socorrer a capital sitiada teriam de fazê-lo sem a liderança de seus superiores.

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Convencido de que, cedo ou tarde, sua campanha terminaria bem-sucedida, deu então um ultimato a Acabe. Seus mensageiros foram conduzidos para dentro dos muros da cidade e declararam:

1 Reis 20:1-13 E Ben-Hadade, rei da Síria, ajuntou todo o seu exército; e havia com ele trinta e dois reis, e cavalos e carros; e subiu, e cercou a Samaria, e pelejou contra ela.
E enviou à cidade mensageiros, a Acabe, rei de Israel,
Que lhe disseram: Assim diz Ben-Hadade: A tua prata e o teu ouro são meus; e tuas mulheres e os melhores de teus filhos são meus.

Acabe, confrontado com essa vantagem insuperável e determinado a preservar-se, aceitou rapidamente os termos de rendição.

Entretanto, nesse ponto o rei sírio cometeu um grave erro. Tornando a situação ainda mais difícil para Acabe e os israelitas, ele aumentou a humilhação deles com mais uma exigência. Os mensageiros voltaram para eles e disseram:

“Isto é o que diz Ben-Hadade: ‘Mandei tomar tua prata e teu ouro, tuas mulheres e teus filhos. Mas amanhã, a esta hora, enviarei meus oficiais para vasculharem o teu palácio e as casas dos teus oficiais. Eles me trarão tudo o que consideras de valor”. (1 Reis 20:5-6)

Em resposta, Acabe convocou seus conselheiros mais uma vez. Em uníssono, eles imploraram ao rei que recusasse as exigências sírias.

1 Reis 20:1-13
E todos os anciãos e todo o povo lhe disseram: Não lhe dês ouvidos, nem consintas.
Por isso disse aos mensageiros de Ben-Hadade: Dizei ao rei, meu senhor: Tudo o que primeiro mandaste pedir a teu servo, farei, porém isto não posso fazer. E voltaram os mensageiros, e lhe levaram a resposta.
E Ben-Hadade enviou a ele mensageiros dizendo: Assim me façam os deuses, e outro tanto, que o pó de Samaria não bastará para encher as mãos de todo o povo que me segue.
E sucedeu que, ouvindo ele esta palavra, estando a beber com os reis nas tendas, disse aos seus servos: Ponde-vos em ordem contra a cidade.
E eis que um profeta se chegou a Acabe rei de Israel, e lhe disse: Assim diz o Senhor: Viste toda esta grande multidão? Eis que hoje ta entregarei nas tuas mãos, para que saibas que eu sou o Senhor.

 ACABE VIRA O JOGO

Quando recebeu a notícia de que Acabe recusara-se a sujeitar-se, Ben-Hadade despachou um último bilhete ao rei israelita através de seus mensageiros:

“Que os deuses me castiguem com todo o rigor, caso fique em Samaria pó suficiente para dar um punhado a cada um dos meus homens” (1 Reis 20:10)

O rei de Israel respondeu:

“Dizei-lhe: ‘Quem está vestindo a sua armadura não deve se gabar como aquele que a está tirando” (1 Reis 20:11)

Com isso, Ben-Hadade II ordenou que suas tropas se preparassem para atacar a cidade.

Enquanto Ben-Hadade II fazia seus preparativos, assim também Acabe fazia os seus. A Bíblia diz que um profeta se dirigiu ao rei israelita e lhe disse que Deus entregaria o inimigo sírio nas mãos israelitas se o próprio Acabe liderasse um ataque para suspender o cerco. Enquanto Ben-Hadade II e seus oficiais se excediam na bebida em suas tendas fora da cidade, Acabe decidiu dividir sua pequena força.

A EXPULSÃO DOS SÍRIOS

Saíram, pois, da cidade os moços dos príncipes das províncias, e o exército que os seguia.

Um núcleo de apenas 232 jovens oficiais, conhecidos como os ne’arim, foi reunido para marchar para fora de Samaria perante os olhos dos sírios. Enquanto o inimigo estava preocupado com esta pequena força que, aparentemente, estava determinada ao auto-sacrifício, Acabe e o restante das tropas desfeririam o assalto decisivo.

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Enquanto isso, Ben-Hadade II e os comandantes do exército sírio relaxavam em suas tendas, e caíam em letargia devido a embriaguez. As sentinelas anunciaram a visão de uma pequena força marchando de Samaria em direção às linhas do cerco, e o negligente rei sírio foi atraído pela oportunidade de aniquilar esses israelitas corajosos, porém tolos demais, ou tomá-los como prisioneiros e fazê-los desfilar como troféus humanos pelas ruas de Damasco.

“Se eles tiverem saído para a paz, tomai-os vivos; se eles tiverem saído para a guerra, tomai-os vivos”, ordenou. (lReis2O:18)

Os ne’arim, embora poucos em número, deram provas de ser um adversário terrível. É dito que foram matando todos os que se lhes opunham, e que puseram em fuga o grande exército de Ben-Hadade. No devido tempo, Acabe e as principais tropas israelitas avançaram pelos portões da cidade e atacaram os atrapalhados sírios, cujos comandantes estava inebriados e aparentemente alheios ao iminente fiasco.

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Os soldados de Acabe atacaram os sírios e lhes infligiram pesadas baixas. Da perspectiva tática, Acabe fez bom uso do terreno ao redor do monte de Samaria. Sua decisão de tomar a ofensiva anulou a mobilidade dos carros de guerra sírios, enquanto a ilusão dos ne’arim diminuiu a vantagem numérica dos invasores.

E eles feriram cada um o seu adversário, e os sírios fugiram, e Israel os perseguiu; porém Ben-Hadade, rei da Síria, escapou a cavalo, com alguns cavaleiros.

Foi tão grande a fuga do exército sírio que Ben-Hadade II se viu completamente surpreso. Quando seus soldados começaram a passar correndo, o rei s
írio concluiu que sua única opção era fugir do campo de batalha. Evidentemente,  restava-lhe pouco tempo para isso. A Bíblia diz que Ben-Hadade II escapou em dorso de cavalo, indicando uma retirada apressada sem o relativo conforto de seu carro de guerra pessoal e seus guarda-costas.

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E saiu o rei de Israel, e feriu os cavalos e os carros; e feriu os sírios com grande estrago.

Então o profeta chegou-se ao rei de Israel e lhe disse: Vai, esforça-te, e atenta, e olha o que hás de fazer; porque no decurso de um ano o rei da Síria subirá contra ti.
E forma outro exército, igual ao exército que perdeste, cavalo por cavalo, e carro por carro, e pelejemos com eles em campo raso, e veremos se não somos mais fortes do que eles! E deu ouvidos à sua voz, e assim fez.
E sucedeu que, passado um ano, Ben-Hadade passou revista aos sírios, e subiu a Afeque, para pelejar contra Israel.

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As Imponentes Colinas de Golã

Os dois exércitos, antigos inimigos, agora se confrontam nas colinas de Golã. Os israelitas, mais uma vez, estavam seriamente inferiorizados em número:

“Na primavera seguinte, Ben-Hadade reuniu os arameus (sírios) e marchou até Afeca para lutar contra Israel. Os israelitas também foram reunidos e, tendo recebido provisões, marcharam para enfrentá-los. Os israelitas acamparam-se defronte deles, como dois pequenos rebanhos de cabras, enquanto os arameus cobriam todo o campo. (1 Reis 20:26-27)”

E chegou o homem de Deus, e falou ao rei de Israel, e disse: Assim diz o Senhor: Porquanto os sírios disseram: O Senhor é Deus dos montes, e não Deus dos vales; toda esta grande multidão entregarei nas tuas mãos; para que saibas que eu sou o Senhor.
E sete dias estiveram acampados uns defronte dos outros; e sucedeu ao sétimo dia que a peleja começou, e os filhos de Israel feriram dos sírios cem mil homens de pé, num dia.
E os restantes fugiram a Afeque, à cidade; e caiu o muro sobre vinte e sete mil homens, que restaram; Ben-Hadade, porém, fugiu, e veio à cidade, escondendo-se de câmara em câmara.
1 Reis 20:19-33

A Bíblia pouco relata da própria luta, apenas que houve um grande massacre:

Se Acabe tinha, de fato, desenvolvido um plano de batalha que envolvia um movimento pelos flancos seguido de um ataque frontal no desfiladeiro,os soldados sírios em seu flanco e retaguarda pode ter causado a retirada em pânico. E mais, a grande quantidade de soldados em fuga buscando refúgio em Afeca era simplesmente demais para a cidade suportar, com o amontoado de gente literalmente causando a queda de um muro e contribuindo para uma enorme perda de vidas pelas mãos dos saqueadores israelitas.

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Ben-Hadade Implora

Em meio ao fiasco nas colinas de Gota, Ben-Hadade II novamente teve uma reunião com os seus conselheiros, presumivelmente no refúgio temporário do quarto interior:

“Seus oficiais lhe disseram: “Soubemos que os reis do povo de Israel são misericordiosos. Nós vamos ate o rei de Israel vestidos com panos de saco e com cordas no pescoço. Talvez ele poupe a tua vida’. Vestindo panos de saco e tendo cordas envolvendo o pescoço, foram ao rei de Israel e disseram: ‘Teu servo Ben-Hadade diz: Rogo-te que mc deixes viver”.’ (1 Reis 20:31-32)

Em um gesto magnânimo, Acabe poupou a vida de Ben-Hadade II em troca do retorno das terras tomadas dos israelitas pelos sírios  e em troca de privilégios comerciais em Damasco.

Ben-Hadade II retornou em segurança para Damasco e os dois logo estariam lutando como aliados em outra coalizão, a qual estilhaçou os invasores Assírios liderados pelo rei Salmanassar III (859-824 a.e.c.) em Qarqar.

Nos dias que se seguiram à batalha nas colinas de Golã, Samaria enfrentou mais uma guerra de cerco. Os sírios retornaram e novamente não conseguiram capturar a cidade. Mais de um século após o reinado de Acabe, os assírios também retornaram, sitiaram a cidade por três anos e, finalmente, estabeleceram o seu domínio sobre a capital e toda a terra israelita, que veio a ser uma província do Império. Os sobreviventes foram deportados para o oriente e a queda de Samaria marcou o fim do reino do norte, o reino de Israel.

Fontes: www.historia.templodeapolo.net/batalhas_ver

www.historia.templodeapolo.net/batalhas

http://a-biblia.blogspot.co.id/2011/11/tempo-dos-juizes-e-dos-reis.html

https://www.bibliaonline.com.br/acf/1rs

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