O ROUBO DA ARCA E A BATALHA DE MICMAS

GUERRAS BÍBLICAS: O ROUBO DA ARCA E A BATALHA DE MICMAS: Parte 07

1040
A.E.C.
General: Saul
Forças: Civilização Hebráica
Contingente:
versus
General:
Forças: Civilização Filisteia
Contingente:

Depois de três vitórias importantes – a de Josué sobre os canaanitas junto as águas de Merom; a derrota do general Sisera pela Grande Juíza Débora, a profetiza guerreira, em parceria com Baraque; e a destruição dos midianitas realizada por Gideão – os israelitas tinham ganhado o controle sobre o território disputado. Entretanto, uma crescente ameaça surgia rapidamente a oeste, onde os filisteus haviam se imposto vagarosa, porém, firmemente, desde as margens do Mediterrâneo no sudeste de Canaã até o interior da terra.

No inicio do século XII a.e.c., os filisteus, que tem sido associados a uma confederação chamada “povos do mar”, são citados como tendo empreendido uma campanha para se estabelecer ao longo do litoral canaanita. Defendendo o seu território, os egípcios, sob Ramsés III (1198-1167 a.e.c.), derrotou os filisteus em uma prolongada batalha naval, que ocorreu por volta de 1190 a.e.c.

De acordo com textos antigos, Ramsés III é mencionado como tendo subjugado os inimigos vencidos, declarando que ele os tinha…

“…assentado em lugares seguros, confinados em meu nome. Numerosas eram suas classes, como centenas de milhares. Eu os taxei a todos, em vestuário e em grão dos depósitos e dos celeiros a cada ano”.

A medida que o poder egípcio começou a diminuir, os filisteus passaram a aventurar-se em direção ao interior de Canaã, o que os colocou em conflito direto com os israelitas. De fato, até o nome pelo qual esses povos vieram a ser conhecidos é dito provir da palavra hebraica plishah, que significa “invasor do ocidente“.

Pouco mais de um século após sua derrota frente a Ramsés III, os filisteus tinham alcançado o sopé das montanhas da Judéia. Agora eles confrontavam os israelitas, que estavam passando por dificuldades na manutenção da cooperação entre uma coalizão de tribos com compromissos diversos e desconfianças mútuas. A ameaça aos israelitas era muito clara e, aumentando o seu apuro, havia a presença dos expansionistas amoritas a leste do rio Jordão na vizinhança de Gileade.

 OS FILISTEUS TOMAM A ARCA DA ALIANÇA

Israel combateu os filisteus em Ebenezer, e foi derrotado. Então trouxeram a arca de Siló para ver se os vencia, mas foram derrotados de novo, e os filisteus levaram a arca.

1 Samuel 4:1-11 E  os filisteus se acamparam junto a Afeque.
E os filisteus se dispuseram em ordem de batalha, para sair contra Israel; e, estendendo-se a peleja, Israel foi ferido diante dos filisteus, porque feriram na batalha, no campo, uns quatro mil homens.
E voltando o povo ao arraial, disseram os anciãos de Israel: Por que nos feriu o Senhor hoje diante dos filisteus? Tragamos de Siló a arca da aliança do Senhor, e venha no meio de nós, para que nos livre da mão de nossos inimigos.
Enviou, pois, o povo a Siló, e trouxeram de lá a arca da aliança do Senhor dos Exércitos, que habita entre os querubins; e os dois filhos de Eli, Hofni e Finéias, estavam ali com a arca da aliança de Deus.
E sucedeu que, vindo a arca da aliança do Senhor ao arraial, todo o Israel gritou com grande júbilo, até que a terra estremeceu.
E os filisteus, ouvindo a voz de júbilo, disseram: Que voz de grande júbilo é esta no arraial dos hebreus? Então souberam que a arca do Senhor era vinda ao arraial.
Por isso os filisteus se atemorizaram:
Então pelejaram os filisteus, e Israel foi vencido, fugindo cada um para a sua tenda; e foi tão grande o estrago, que caíram de Israel trinta mil homens de pé.
E foi tomada a arca de Deus: e os dois filhos de Eli, Hofni e Finéias, morreram.

1 Samuel 4:2

          Um guerreiro fugiu para Siló, e avisou o ocorrido a Heli, que caiu, bateu a cabeça, e morreu. Heli tinha 98 anos, e foi juiz por 40 anos. Por causa disso a mulher de Finéias, que estava grávida, deu à luz um menino, e o chamou Icabod; e morreu durante o parto
1Sm5- Os filisteus levaram a arca de Ebenezer para Azot, e a colocarafall_of_dagon-1-cc3b3piam no templo de Dagon, junto com o ídolo. No dia seguinte encontraram Dragon no chão em frente à arca. Puseram-no no seu lugar. No outro dia Dragon estava estendido no chão sem braços e cabeça. O Senhor castigou os habitantes de Azot com hemorroidas. Levaram a arca para Get, e o Senhor castigou seus habitantes com tumores e hemorroidas. Levaram-na para Ascaron, e o Senhor a castigou, e o povo pediu para devolver a arca.
1Sm6- Resolveram devolver a arca, e ofertaram 5 esculturas de ouro, de tumores, hemorroidas e ratos que infestavam suas cidades. Fizeram um carro novo puxados por duas vacas novas, e enviaram a arca e as ofertas para Bet Sames.
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Lá chegando os israelitas se alegraram, e ofereceram as vacas em holocausto. O Senhor feriu Bet Sames, porque abriram a arca. Enviaram a arca para Cariatiarim.
1Sm7-  Em Cariatiarim deixaram a arca na casa de Aminadab, e deixaram seu filho Eleazar como guarda.
      20 anos depois, Israel clamava ao Senhor, e Samuel disse: Se voltarem o coração para o Senhor, deixando os ídolos, os Baals e as Astarot, ele vos livrará dos filisteus. E eles obedeceram. Samuel convocou Israel para uma reunião em Masfa. Limage (2)á oraram, jejuaram, e se arrependeram da infidelidade. Os filisteus sabendo que estavam reunidos foram atacá-los. Chegaram na hora em que Samuel oferecia um sacrifício ao Senhor. Então o Senhor trovejou com força, e os filisteus fugiram com medo. Os israelitas os perseguiram e os mataram, e tomaram de volta as cidades que estavam com os filisteus.

A ASCENSÃO DE SAUL

A liderança de Samuel mostrou-se essencial na preservação, proteção e defesa da terra dos israelitas. Samuel serviu em primeiro lugar como o profeta e intérprete da vontade de Deus. Ele tinha combatido os filisteus e ocupado o posto de juiz, decidindo disputas entre o povo. Em meio à crescente ameaça tanto do leste como do oeste, os lideres tribais pediram a nomeação de um rei.

A Bíblia afirma que Deus falou a Samuel e disse que ele, o profeta, estava sendo rejeitado pelos israelitas da mesma forma que rejeitaram o Todo-Poderoso após a libertação deles da escravidão no Egito. Samuel foi instruído a advertir as tribos do que aconteceria durante o reinado de um rei terreno.

Ele disse aos chefes reunidos:  “Naquele dia, vós clamareis por causa do rei que vos mesmos escolhestes, e o Senhor não vos ouvirá”. (1 Samuel 8:18)

A resposta era previsível:  “Todavia, o povo recusou-se a ouvir Samuel e disse: ‘Não! Queremos ter um rei. Seremos como todas as outras nações; um rei nos governará e sairá à nossa frente para combater em nossas batalhas.’” (1 Samuel 8:19-20)

Deus então instruiu Samuel a dar um rei ao povo. Sua escolha recaiu sobre Saul, que é descrito como um jovem de boa impressão sem par entre os israelitas, e que ultrapassava em altura em uma cabeça, qualquer outro homem. Saul era um filho da tribo de Benjamim, a menor das tribos israelitas, mas também uma que possuía experiência de batalha.

O TESTE EM JABES-GILEADE

Apenas um mês depois de se tornar rei de Israel, Saul recebeu um chamado para entrar em ação. A crise era no leste, onde Naás e os amoritas tinham levantado cerco à cidade de Jabes-Gileade.

A capitulação significaria o estabelecimento de uma base hostil no meio do território israelita. Quando o povo de Jabes-Gileade ofereceu render-se sob condições favoráveis, a áspera resposta de Naás revelou a gravidade da situação.

Nenhum tratado seria negociado com os habitantes de Jabes-Gileade a não ser que cada um deles se submetesse a ter o olho direito arrancado como sinal de submissão e vergonha. Então os lideres da cidade requereram sete dias para enviar mensageiros por todo o Israel com pedidos de ajuda. Se fossem abandonados por seus patrícios, entregariam a cidade aos amoritas. 1 Samuel 11:2

Por um breve período, Saul tinha retomado a vida na lavoura em Gibeá. Certo dia, ao retomar do campo, defrontou-se com um mensageiro de Jabes-Gileade que trazia noticias do terrível ultimato. O povo de Gibeá ficou perturbado e caiu em choro e lamentação diante da perspectiva da catástrofe iminente. Saul entrou em ação, cortou dois bois em pedaços e, por meio de mensageiros, enviou os pedaços a todo o Israel, proclamando:

“Isto é o que acontecerá aos bois de quem não seguir Saul e Samuel” (1 Samuel 11:7)

A convocação para a guerra foi bastante efetiva e a Bíblia diz que 300.000 homens de Israel e 30.000 de Judá foram reunidos para lutar. Enviaram esta mensagem a Jabes-Gileade:

“Amanhã, na hora mais quente do dia, vós sereis libertos”.

Saul pôs em marcha sua formidável força, alinhada em três divisões, para encontrar-se com o inimigo. Ele atacou sob a coberta da noite, neutralizando qualquer vantagem de armas superiores que os amoritas pudessem ter.

GUERRAS BIBLICAS  ;

As tropas de Saul assaltaram o acampamento amorita e o devastaram, e seguiram matando até o sol elevar-se completamente no céu. Os amoritas sobreviventes foram dispersados em tamanha desordem que, segundo a Bíblia, não ficaram dois deles juntos.

A AMEAÇA FILISTÉIA

A suspensão do cerco de Jabes-Gileade trouxe a Saul extraordinário prestígio e, em Gilgal, todo o Israel confirmou sua posição como seu soberano. Entretanto, mesmo enquanto comemorava essa vitória, o novo e animado rei fazia preparativos para expulsar os filisteus de seu pais. Por razões tanto ofensivas quanto defensivas, organizou um pequeno exército permanente, que contava com apenas 3.000 homens, sendo que 1.000 soldados ficavam com seu filho Jônatas, em Gibeá, e os outros 2.000 com Saul, em Micmás e nos montes ao redor de Betel no território de Benjamim. As tropas restantes foram mandadas de volta para suas casas e campos.

Essa deliberada provocação aos filisteus pode ser vista como apenas o começo do do inevitável.

A isso seguiu-se a ordem de Saul para a divulgação desse ato, junto com o brado de convocação aos israelitas para se unirem a ele em Gilgal:

“Que os hebreus fiquem sabendo disto!”.

E assim, todo o Israel ouviu a noticia:

“Saul atacou a base militar filisteia e agora Israel se fez odioso aos filisteus”. (1 Samuel 13:34)

A campanha de Micmas

A reação dos filisteus foi imediata. A Bíblia diz que eles reuniram uma força de 3.000 carros de guerra tripulados por 6.000 condutores e complementados por uma infantaria tão numerosa quanto a areia a beira-mar. Eles avançaram para Micmas, onde, politicamente, sua presença era um desafio público à soberania de Saul, e onde, militarmente, poderiam impugnar qualquer movimento vindo do deserto da Judéia em direção às montanhas. Em Micmas, na garganta de Wadi es-Suweinit, uma estrada sinuosa desce a um vale acidentado próximo à cidade atual de Mukhmas, aproximadamente 11 km a norte de Jerusalém. Ao pé do vale está o desfiladeiro de Micmas, com paredes rochosas de ambos os lados. Saul havia movido suas forças para Geba, que Jônatas ocupara anteriormente. Por esse tempo, os israelitas já tinham informações sobre o avanço dos filisteus. Muitos deles ficaram tomados de pavor e fugiram, escondendo-se em cavernas, matagais e até em cisternas. Saul, com suas forças agora encolhidas a apenas 600 soldados, tinha também provocado a ira de Samuel, que o instruíra a esperar sete dias pela chegada do profeta em Gilgal. A Bíblia relata que Saul ficou perturbado pelas deserções e escolheu não esperar por Samuel, tomando para si a incumbência de oferecer um holocausto a Deus. Samuel repreendeu Saul por sua falta de fé e declarou que o seu reinado não permaneceria.

Enquanto isso, os filisteus, provavelmente cientes da desavença entre Samuel e Saul, bem como das deserções em massa que tinham ocorrido entre os israelitas, enviaram três fortes contingentes de incursão até Ofra, Bete-Horom e o vale de Zeboim diante do deserto da Judéia.

GUERRAS BIBLICAS..

Com os filisteus agora no controle do desfiladeiro de Micmas, e suas pilhagens destrutivas assolando as cidades e vilas circunvizinhas, Saul pôs em marcha seu exército ate Migrom. Embora, aparentemente, ele não planejasse lançar uma ofensiva contra os filisteus, ele procurou evitar maiores incursões contra a população civil.

O DIA DO AJUSTE DE CONTAS

Os filisteus tinham subjugado os israelitas ao ponto de não lhes permitir forjar ou fabricar implementos agrícolas ou armas de ferro:

“Em toda a terra de Israel, não havia nem mesmo um único ferreiro, porque os filisteus tinham dito: ‘De outra maneira, os hebreus farão espadas ou lanças!’. Assim, todo o Israel tinha de ir aos filisteus para afiar seus arados, enxadas, machados e foices” (1 Samuel 13:19-20)

No dia da batalha de Micmas, é dito que somente Saul e Jônatas estavam armados de lança ou de espada.

Com Saul e o exército israelita na mais precária das situações, foi Jônatas quem aproveitou o momento. Atuando com fé e coragem, e sem informar mais ninguém, chamou seu escudeiro e propôs que os dois atacassem a posição filisteia no desfiladeiro de Micmas. Quando eles se revelaram aos filisteus, estes acreditaram que eram fugitivos do exército de Saul. Os filisteus proferiram insultos aos dois e os provocaram a escalar o despenhadeiro até o acampamento deles. Segundo o relato bíblico:

“Jônatas escalou o desfiladeiro, usando as mãos e os pés, e o escudeiro foi logo atrás. Os filisteus caíram diante de Jônatas e seu escudeiro os matava atrás dele. Naquele primeiro ataque, Jônatas e seu escudeiro mataram uns 20 homens em uma pequena área de terras.” (1 Samuel 14:13-14)

E houve tremor no arraial, no campo e em todo o povo; também a mesma guarnição e os saqueadores tremeram, até a terra se estremeceu porquanto era tremor de Deus.
Olharam, pois, as sentinelas de Saul em Gibeá de Benjamim, e eis que a multidão se dissolvia, e fugia para cá e para lá.
Disse então Saul ao povo que estava com ele: Ora contai, e vede quem é que saiu dentre nós. E contaram, e eis que nem Jônatas nem o seu pajem de armas estavam ali.

(Quando as sentinelas de Saul observaram o que estava acontecendo, o rei ordenou que suas escassas forças se reunissem e descobriu que Jonatas e seu escudeiro estavam faltando. Os israelitas executaram um ataque frontal contra os desorganizados filisteus e, na confusão, muitos hebreus que tinham estado com os filisteus trocaram de lado, engrossando as forças de Saul.)

Então Saul disse a Aías: Traze aqui a arca de Deus (porque naquele dia estava a arca de Deus com os filhos de Israel).
E sucedeu que, estando Saul ainda falando com o sacerdote, o alvoroço que havia no arraial dos filisteus ia crescendo muito, e se multiplicava, pelo que disse Saul ao sacerdote: Retira a tua mão.

Batalhas-0001-www.templodeapolo.net---Batalha-de-Maratona
Então Saul e todo o povo que havia com ele se reuniram, e foram à peleja; e eis que a espada de um era contra o outro, e houve mui grande tumulto.
Também com os filisteus havia hebreus, como dantes, que subiram com eles ao arraial em redor; e também estes se ajuntaram com os israelitas que estavam com Saul e Jônatas.
Ouvindo, pois, todos os homens de Israel que se esconderam pela montanha de Efraim que os filisteus fugiam, eles também os perseguiram de perto na peleja.
Assim livrou o Senhor a Israel naquele dia; e o arraial passou a Bete-Áven.
1 Samuel 14:15-23

Com sua principal rota de fuga bloqueada, os filisteus, inicialmente, fugiram rumo ao norte antes de virarem para o oeste e, passando por Bete-Aven e Aijalom, seguiram além. As noticias da debandada começaram a circular por todo o pais. Os aldeões que tinham fugido dos destacamentos de pilhagem e os desertores das fileiras do exército de Saul ficaram agora encorajados a acossar a retirada filisteia por muitos quilômetros.

A SOMBRA DA VITÓRIA

Saul tinha dado ordens a seu exército para jejuar no dia da batalha, possivelmente para evitar que seus soldados pausassem durante a perseguição de um inimigo batido, maximizando assim as baixas deles. Jônatas, ironicamente, não escutou essa ordem e Saul ordenou que o herói da batalha, seu próprio filho, fosse morto.

Somente o clamor dos soldados e a possibilidade de um motim salvaram a vida de Jônatas naquele dia. Saul ficou aborrecido pelo silêncio de Deus quando pediu orientação para continuar a luta contra o inimigo em fuga, e pelo ato impetuoso de Jônatas – mesmo que o resultado tenha sido uma vitória. Os israelitas não foram além na perseguição aos filisteus e é dito que estes voltaram à sua própria terra. Diz a Bíblia que Saul, mais tarde, foi vitorioso contra os inimigos de Israel em todos os lados.

As campanhas contra os filisteus continuaram. Durante uma confrontação, ocorreu o famoso duelo de Davi e Golias. Nos anos que se seguiram, Saul acabou caindo no desagrado de Deus e tornou-se um rival de Davi, o futuro rei de Israel. Por fim, morreu, junto com Jônatas, na batalha do Monte Gilba.

inevitável. O conflito já vinha esquentando há anos e, ocasionalmente, estourava em luta armada. Agora, com a excitação causada pela vitória sobre os amoritas, a ocasião parecia madura para um resultado decisivo. Jônatas, o filho mais velho de Saul, atacou a base militar dos filisteus em Geba, que os intrusos tinham ocupado a fim de manter controle sobre os israelitas das proximidades, e mataram o governador filisteu.

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