DNA HUMANO MENOS DIVERSIFICADO DO QUE O DE CHIMPANZÉS: EVIDÊNCIA DO DILÚVIO

DNA humano menos diversificado do que o de chimpanzés: evidência do dilúvio

Nos últimos anos, pesquisadores descobriram que o DNA de seres humanos evidenciam para a ocorrência no passado de um “bottleneck” Afunilamento Genético, isso ocorre quando uma população passa por um evento de quase extinção, e devido a isso, perde a grande maioria de seus indivíduos

Nos últimos anos, pesquisadores descobriram que o DNA de seres humanos, mesmo entre indivíduos pertencentes a etnias geograficamente distantes dos outros por oceanos, continentes, como nativos americanos e chineses ou europeus, é muito menos diversificado do que chimpanzés vivendo em uma mesma mata. Como isso é possível? As evidências apontam para a ocorrência no passado de um “bottleneck” (“pescoço de garrafa”, dando ideia de estreitamento, afunilamento), ou seja, quando uma população passa por um evento de quase extinção, e devido a isso, perde a grande maioria de seus indivíduos. Os textos seguintes são citações de alguns artigos relatando esse fato (obviamente, cheio de especulação evolucionista e datas ridículas, tendenciosas):

Pascal Gagneux, um biologo da Universidade da Califórnia, San Diego, e outraos membros de um time de pesquisa estudaram a variabilidade genética de humanos e nossos mais próximos parentes vivos, os grandes primatas da África. Humanóides são cridos terem se dividido dos chimpanzés cerca de 5, 6 milhões de anos atrás. Com o passar de todo esse tempo, humanos deveriam ter crescido em variedade genética no mínimo do mesmo jeito que nossos primos. E eis que este não é o caso.

Nós descobrimos que um único grupo de 55 chimpanzés no oeste africano possui o dobro de variação genética que nós humanos temos, afirmou Gagneux. Em outras palavras, chimpanzés vivendo no mesmo reduzido grupo na Costa do Marfim são geneticamente mais divergentes uns dos outros do que tu és de qualquer outro humano em todo o planeta.

“A árvore familiar demonstra que o ramo dos humanos foi podado,” disse Gagneux. “Nossos ancestrais perderam muito de sua variabilidade original.” “Isso faz perfeitamente todo sentido”, disse Bernard Wood, professor de origens humanas da Universidade George Washington e expert em evolução humana.

A quantidade de variação genética que se acumulou entre os humanos em nada é compatível com a idade da espécie”, disse Wood. “ Isso significa que você tem de suscitar uma hipótese sobre um evento que aniquilou a vasta maioria daquela (anterior) variação.”

Screenshot_31A explicação mais plausível, ele reiteira, é que pelo menos uma vez em nosso passado, algo levou a população humana a reduzir drasticamente. Quando ou com qual frequencia isso tenha acontecido é objeto de especulação. Possíveis culpados seriam doenças, desastres naturais e conflitos.

“A evidência sugeriria que estivemos “a um triz” de nos tornarmos extintos”. Wood disse.

Eles compararam a variação genética de macacos e chimpanzés de 1.070 sequências de DNA coletadas por outros pesquisadores ao redor do mundo. Eles também adicionaram o DNA de um osso de Neandertal de um museu alemão. Os resultados, dizem eles, são bastante convincentes.

“Mostramos que essas espécies possuem diferentes quantidades e padrões de variação genética, sendo que os humanos se mostraram os menos variáveis”, declararam eles.

Ainda assim nós prevalecemos, mesmo que uma baixa variabilidade genética nos torna mais suscetíveis a doenças. (Porque? O que houve com aquela história da evolução de mutações e seleção natural criarem nova informação genética do nada?) http://www.freerepublic.com/focus/fr/618341/posts

Outro artigo advindo do site da Universidade de Oxford, reitera a consistente variedade genética entre chimpanzés:

Chimpanzés comuns na África equatorial são há tempos reconhecidamente divididos em três categorias distintas ou sub-espécies nomeadas: ocidentais, centrais e orientais. Um quarto grupo, o chimpanzé camaronês, tem sido proposto, sendo este oriundo do sul nigeriano e oeste camaronês, mas existe muita controvérsia sobre se ele de fato constitui um grupo diferente.

Pesquisadores de Oxford, juntamente com cientistas da Universidade de Cambridge, o Instituto Broad, o centro Pasteurdu Cameroun e o centro biomédico de pesquisa primata, examinaram DNA extraído de 54 chimpanzés. Eles compararam o DNA em 818 posições ao longo do genoma de cada animal.

Sua análise demonstrou que os chimpanzés camaroneses são distintos dos outros, bem estabelecidos grupos.

Dr. Rory Bowden do departamento de estatísticas de Oxford, que liderou o estudo, afirmou: ‘Essa descoberta tem importante consequência para a conservação.[…] O fato de que todas as quatros populações reconhecidas de chimpanzés são geneticamente divergentes enfatiza o valor de conservá-los independentemente.’

Pesquisadores também contrastaram os níveis de variação genética entre grupos de chimpanzés com aqueles vistos em humanos de diferentes populações.

Surpreendentemente, mesmo todos os chimpanzés vivendo em relativa proximidade uns dos outros, chimpanzés de diferentes populações são substancialmente mais diferentes geneticamente falando do que humanos vivendo em diferentes continentes. Isso tudo mesmo tendo em vista o fato de o habitat de dois dos quatro grupos ser separado apenas por um rio.

http://www.ox.ac.uk/media/news_stories/2012/120302.html
Existe um evento de quase-extinção que é bem conhecido, embora ele continue controverso. Aproximadamente 70 mil anos atrás, uma enorme erupção ocorreu onde agora é Sumatra, próximo do Lago Toba. A erupção coincide com o afunilamento populacional que é muitas vezes citado como a razão da relativamente baixa variedade genética do Homo sapiens sapiens, Pesquisas sugerem que pouco mais de 2.000 humanos restaram após a erupção e suas consequências.

Um recente artigo no Proceedings of the National Academy of Sciences achou outro afunilamento muito mais precendente na história humana. Estudos genéticos revelaram que 1.2 milhão de anos atrpas havia pouco mais de 55 mil membros do gênero Homo, incluindo homonídeos pré-humanos como Homo erectus e Homo egaster. Este é interessante porque nós não temos sólidas evidências de um evento catastrófico durante aquele período, portanto não temos certeza do que tenha causado essa redução populacional ou onde buscarmos por mais evidência.

O que é realmente interessante sobre o afunilamento populacional é o efeito que ele possui na evolução. Com uma população reduzida, mutações foram passadas por uma larga porcentagem dos membros da espécie. Mutações detrimentais podem ser devastantes e levar a completa extinção. (Porque estariam eles com medo de mutações? Estas supostamente causaram a origem de milhões de espécies, atributos, órgãos e membros perfeitamente adaptados…)

“Quando humanos se depararam com a extinção.” BBC News

“Humanos estiveram diante da extinção”. Scientific American

http://io9.com/5501565/extinction-events-that-almost-wiped-out-humans

Outros atestam que o afunilamento ocorreu na era Pleistocenica:

É nossa conclusão que, no momento, dados genéticos não podem refutar um simples modelo de exponencial crescimento populacional seguindo um afunilamento 2 milhões de anos atrás durante a origem de nossa linhagem e extendendo-se durante o Pleistoceno. Evidências arqueológicas e paleontológicas indicam que este modelo é demasiado simplificado para ser uma reflexão apurada da história detalhada da população., e por conseguinte achamos que os dados genéticos carecem de resolução para validamente expor maiores detalhes da mudança populacional humana durante o Pleistoceno. De qualquer modo, existe um detalhe que esses dados são suficientes para demonstrar. Ambos os dados genéticos e antropológicos são incompatíveis com a hipótese de um recente afunilamento populacional. Tal evento seria esperado deixar uma significante marca através de inúmeros locus genéticos e traços anatômicos observáveis, mas, enquanto alguns subconjuntos dos dados são compatíves com uma população afunilada recentemente, não há efeitos expressamente consistentes que possam ser achados através do trecho onde eles deveriam aparecer, e essa ausência desmente a hipótese.

http://mbe.oxfordjournals.org/content/17/1/2.short

Pois é, é fato consumado que humanos passaram por um período no qual eles foram quase que totalmente varridos da Terra. E isto obviamente causou a atual reduzida variação genética. Então, porque não poderiamos nós conceber a possibilidade de ter mesmo ocorrido um dilúvio global? Isto certamente explicaria o fato satisfatoriamente, e também responderia muito bem o porque de certos fósseis registrando cenas incríveis:
FONTE: https://defendendooteismo.wordpress.com/2013/09/08/dna-humano-menos-diversificado-do-que-o-de-chimpanzes-evidencia-do-diluvio/

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