A BÍBLIA APOIA A ESCRAVIDÃO

A bíblia apoia a escravidão?

A bíblia foi nela que se estabeleceu leis claras para si dar um bom tratamento ao seu escravo (Colossenses 4:1) 4 Vós, amos, persisti em tratar vossos escravos de modo justo e eqüitativo, sabendo que vós também tendes um Amo no céu, Levítico 25:39 proíbe utilizar um escravo hebreu em tarefas degradantes. Levítico 25:43 proíbe utilizar um escravo hebreu para trabalho desnecessário. Lev. 25:53 proíbe que se maltrate um escravo hebreu, sem falar que a Bíblia condena o furto e a venda de homens contra a sua vontade “E quem furtar algum homem, e o vender, ou for achado na sua mão, certamente morrerá.” (Êxodo 21:16). Existiu a escravatura, onde o escravo era geralmente um prisioneiro e era visto como uma posse que podia ser vendido ou trocado. O conceito da Bíblia de escravo, é muito diferente do conceito dos europeus, o escravo era um funcionário que era sustentado pelo dono, Essa era a realidade antiga, a palavra “servir” não era inerentemente má, o serviço pode ser bom ou ruim, dependerá da benevolência do amo que será servido A palavra escravo era relativa demais. podemos comparar um escravo a O general que se diz um escravo do seu Rei. Todos no país se chamam de servos do rei. Todo mundo era servo de alguém e lhe devia obediência.porquanto a Bíblia tinha de estar inserida no seu tempo histórico… E nesse tempo histórico a escravatura era algo de normal… devemos lembrar que a bíblia comparava os escravos em nível de igualdade (Gálatas 3:28) 28

Screenshot_26 Não há nem judeu nem grego, não há nem escravo nem homem livre, não há nem macho nem fêmea; pois todos vós sois um só em Cristo. Muito diferente da pratica europeia que justificavam a escravatura por tratar os negros como raça inferior tens que te lembrar que o movimento de abolição da escravatura foi um movimento iniciado, suportado e difundido por Cristãos Se dependesse dos não-Cristãos, a escravatura ainda existira no mundo ocidental de hoje A escravatura dos últimos séculos era frequentemente baseada exclusivamente na cor da pele. Nos Estados Unidos, muitos negros foram considerados escravos devido à sua nacionalidade; muitos donos de escravos realmente acreditavam que os negros eram seres humanos inferiores (algo suportado pela teoria da evolução nos seus primórdios dando origens a descriminações raciais ainda mais gritantes como a teoria da eugenia baseada na teoria da evolução criado pelos membro da família de darwin sendo a real motivadora do nazismo de hitler que pregava sua superioridade racial). (cf. II Tm 3,15-17) O que muitas pessoas falham em entender é que a escravidão nos tempos bíblicos era muito diferente da escravidão praticada nos últimos séculos em muitas partes do mundo. A escravidão na Bíblia não era baseada em raça. As pessoas não eram escravizadas por causa da sua nacionalidaimages (4) - Cópiade ou pela cor da sua pele. Nos tempos bíblicos, a escravidão era mais um status social. As pessoas vendiam a si mesmas quando não conseguiam pagar os seus débitos ou sustentar a sua família. No Novo Testamento, algumas vezes médicos, advogados e até políticos eram escravos de alguém mais. Algumas pessoas escolhiam ser escravas para ter todas as suas necessidades providas pelo seu senhor.As pragas que Deus lançou sobre o Egito demonstram como Deus se sente em relação à escravidão racial (Êxodo 7-11).

 

“O novo testamento aprova a escravidão?”

O apóstolo Paulo parece estar favorecendo a escravatura humana, ao enviar o escravo fugitivo Onésimo de volta ao seu proprietário (Filemon 12,16). Mas a escravidão não é ética. É uma violação dos princípios da liberdade e da dignidade do homem. A escravidãScreenshot_27o não é ética nem bíblica, e nem as ações e os escritos de Paulo aprovam essa degradante forma de tratamento. De fato, foi a aplicação dos princípios bíblicos que acabaram derrotando a escravidão. Alguns fatos de importância deveriam ser observados a respeito disso. Primeiro, desde o começo Deus declarou que todos os seres humano foram feitos à imagem de Deus (Gn 1:27). O apóstolo reafirmou isso ao declarar que somos “geração de Deus” (At 17:29)e que “de um só fez toda a raça humana para habitar sobre toda a face da terra’ (At 17:26). Segundo, a despeito do fato de que a escravidão era sustentada nas culturas semíticas de então, a lei exigia que os escravos um dia fossem postos em liberdade (Êx 21:2; Lv 25:40). De igual forma, os servos deviam ser tratados com respeito (Êx 21:20, 26). Terceiro, Israel, que tinha estado sob escravidão no Egito, constantemente era lembrado disso por Deus (Dt 5:15), e sua emancipação ter-se o modelo para a libertação de todos os escravos (cf. Lv 25:40). Quarto, no NT, Paulo declarou que no cristianismo “não pode haver judeu nem grego; nem escravo nem liberto; nem homem nem mulher; porque todos vós sois um em Cristo Jesus” (Gl 3:28). Todas as classes sociais deixam de existir em Cristo; todos somos iguais perante Deus. Quinto, o NT proíbe explicitamente o sistema maligno deste mundo, que comercializou “corpos e almas humanas” (Ap 18:13, SBTB). O comércio de escravos é algo tão repugnante para Deus, que ele profere o seu julgamento final sobre o sistema maligno que o perpetrou (Ap 17-18). Sexto, quando Paulo insta os servos com as palavras “servos, obedecei a vosso senhor” (Ef 6:5; cf. Cl 3:22), ele não está com isso aprovando a escravidão, mas apenas aludindo à situação de fato prevalecente em seus dias. Ele os está instruindo a ser bons empregados, tal como os crentes hoje em dia devem ser, mas de modo algum ele estava dando respaldo à escravidão. Sétimo, olhando com maior cuidado o texto de Filemom, vemos que Paulo não estava favorecendo a escravidão, mas na verdade a estava combatendo, pois instou Filemom, o proprietário de Onésimo, a tratá-lo como um “irmão caríssimo” (v. 16). Assim, ao enfatizar a inerente igualdade de todos os seres humanos, tanto por criação como por redenção, a Bíblia estabeleceu os reais princípios morais que foram usados para acabar com a escravidão e para restabelecer a dignidade e a liberdade de todas as pessoas, de toda cor ou grupo étnico.

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